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Discussões rápidas, resenhas curtas e várias outras coisas que não falamos nos podcasts!

Eu já postei meus book hauls por aqui algumas vezes e, pelo meu progresso de leitura do podcast, vocês devem ter percebido que eu leio menos que adquiro novos livros e comics. Com a quantidade de cursos que tenho feito, trabalhos e edição de podcasts, não é de se espantar que eu acabe não lendo tanto quanto gostaria. Muita gente tem aquela idéia fixa de que “comics são mais rápidos de ler”, mas eu contestaria isso (já tentaram ler Crise nas Terras Infinitas bem rápido?). E foi nessa febre de aquisição de livros e comics que eu acabei juntando um backlog gigantesco de livros e comics para ler.
Não vou entrar em detalhes sobre cada um desses livros e comics, mesmo porque pretendo ler todos eles e comentar a respeito no podcast, mas vou comentar rapidamente algumas coisas a respeito da pilha como um todo.

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Eu comecei a ler comics recentemente. Se me lembro bem, eu comecei a me interessar efetivamente por comics mais ou menos na época do lançamento do jogo Batman: Arkham City (excelente jogo, por acaso). Quando terminei os dois primeiros jogos da série Arkham, eu estava absolutamente alucinada pelo universo Batman e estava doente por todo e qualquer tipo de informação sobre os comics. Quando eu era mais jovem gostava muito da série dos anos 60, então era aquela a imagem que eu tinha do Homem-Morcego: historinhas de mistério, ceninhas de luta meio bobas, vilões meio caricatos. Devo dizer que fiquei surpresa ao encontrar esse universo mais sombrio, mesmo depois de ter visto o filme com o Michael Keaton e tudo o mais. Uma coisa acabou levando a outra e, agora, posso dizer que eu tenho grande fascinação e entusiasmo pelo mundo dos comics.

Isso tudo me levou a consumir uma quantidade razoável de histórias de super-heróis e comics de maneira geral em um intervalo de tempo relativamente pequeno. Acho até que este ano eu bati meu recorde com relação ao ano passado e espero continuar assim nos próximos anos. Comics são uma mídia muito legal e que tem ganhado cada vez mais espaço no mundo literário.

E é justamente por este motivo que eu resolvi fazer este post dedicado aos meus 10 comics favoritos de 2014!

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Bom, galera, festas de final de ano se aproximando, correria, compras de última hora, trabalhos etc. O ritmo é frenético e, como dizem por aí, “o barato é louco”.

E se vocês acham que os Agentes do L.I.V.R.O. vão sossegar o facho por causa da correria, estão completamente enganados! Ao mesmo tempo em que fazemos as compras de fim de ano, arrumamos a casa para as festas de final de ano, concluímos nossos projetos pessoais, andamos de monociclo e fazemos malabarismos com calabresas, vamos também participar da Maratona Literária de 2014!

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Eu me considero uma pessoa com um auto-controle muito grande em se tratando de gastos e tudo o mais, mas é possível perceber como ele decai quando eu me encontro numa livraria. Eu geralmente consigo resistir muito bem à seção de livros, porque geralmente quando entro numa livraria, já tenho em mente quanto custa o eBook. No entanto, a seção de comics é BEM mais difícil resistir. E foi numa dessas andanças que acabei gastando um pouco mais que imaginava com livros e comics este mês…

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Bom, semana passada fiz um post a respeito do interessantíssimo livro Barba Negra: O Diário Perdido (bem a tempo de pegar o grande fiasco que foi o lançamento de Assassin’s Creed Unity. Meu timing é fantástico!). Achei que seria de muito mais valia fazer um post no blog ao invés de falar sobre ele por horas a fio no podcast, mesmo porque ele tem bastante material que eu achei relevante mostrar em imagens mesmo. O post desta semana vai seguir o exemplo do post da semana passada porque, assim como ele, o livro Protocolos Homem de Ferro vem com muitos extras que merecem ser mostrados!

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Eu sou uma fã relativamente recente da série Assassin’s Creed. Apesar de não ser uma fã tão inveterada, tampouco uma leitora ávida dos livros de Oliver Bowden, eu já joguei todos os games da série principal (sem contar os jogos do DS e do PSP, visto que não ouvi falar muito bem deles. Ah, também não joguei os DLCs nem o Liberations – ainda!) e gosto bastante da premissa dos jogos e da maneira como eles parecem ser utilizados como um meio didático para tornar fatos históricos mais divertidos e intrigantes. E, de longe, meu jogo preferido da série é o Black Flag. Mesmo não me interessando muito pela Era de Ouro da Pirataria, esse foi, para mim, o jogo mais divertido.

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Eu adoro a conveniência, a variedade de itens e a rapidez das compras da internet, mas ocasionalmente sinto uma grande falta de passar numa livraria e ter o contato físico com livros. Também gosto muito da praticidade dos eReaders, mas às vezes tenho necessidade de passar a mão pelas páginas dos encadernados. Acho que é uma experiência muito única e, por que não dizer, até mesmo “íntima”.

Leitura de livros é aquisição de  informação, de fato, mas existe um motivo pelo qual há pessoas entusiastas em livros. Por mais que queiramos dizer que não, a experiência de ler um eBook e ler um livro físico é diferente e, talvez isso seja a justificativa da minha sede por livros físicos.

Aproveitando que eu queria matar a vontade de andar por entre estantes e estantes desses encadernados mágicos, passei por uma livraria e, como não podia deixar de ser, acabei me enfurnando por um tempo a mais na sessão de comics. E, é claro, saí de lá com algumas aquisições!

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Uma das melhores coisas de se passear com os amigos por shoppings e livrarias é que, por mais que você e seus amigos tenham interesses em comum, os pontos de vista continuam sendo diferentes. Eventualmente, eles vão enxergar coisas que você não teria visto se estivesse sozinho, e são capaz de apontar coisas bem interessantes. Foi exatamente isso que aconteceu comigo: eu estava caminhando pela livraria com minha amiga (oi, Alline! \o) e ela avistou este graphic novel FANTÁSTICO do Shaun Tan.

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Eu percebi que, desde que começamos a fazer o podcast, ainda não mencionamos nada a respeito de mangás. Devo confessar que muito disso se deve ao fato de que meu hype por mangás esfriou já faz um bom tempo, mais ainda quando comecei a querer acompanhar comics. Ainda assim, por vez ou outra eu acabo encontrando aqueles mangás que acabam chamando minha atenção por algum motivo. Pretendo fazer posts de mini-reviews de mangás (e outras coisas) sempre que puder, mas vale lembrar que eu tenho poucas coleções completas de mangás (acho até que consigo contar nos dedos quantas eu tenho), então não contem com posts como este com muita freqüência!

Bom, para estrear a sessão de mini-reviews e mangás, vou começar falando de uma série super curta de mangás. Eu sei de muita gente que curte os jogos Resident Evil e, ocasionalmente, tropeço em pessoas que gostam dos filmes também (que eu, pessoalmente, detesto – os filmes, não as pessoas), mas por incrível que pareça, nem todos os fãs dos jogos estão cientes de que existe uma mini-série de mangás. Talvez isso se deva justamente ao fato de que ela é baseada no sexto jogo da série, que é o desafeto de muita gente (e, ironicamente, meu preferido).

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