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Discussões rápidas, resenhas curtas e várias outras coisas que não falamos nos podcasts!

(Disclaimer: a imagem do post veio daqui!)

Se por um lado 2016 foi um ano conturbado, 2017 foi um ano bem… diferente. Enquanto não tivemos muitos episódios lançados este ano, não deixamos as leituras de lado por um momento sequer! Adquirimos muitos livros, lemos muitos livros e, como não poderia deixar de ser, temos muitas idéias pela frente!

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Estamos nos aproximando do final de 2017 e, devido a circunstâncias além do nosso controle, não poderemos fazer o nosso já consagrado top 10 do ano. Uma pena, porque esse foi o ano em que mais lemos, então escolher os dez que mais nos marcaram foi uma coisa bem interessante! Mesmo assim, enquanto o Thiago se aventura pelas águas turvas que é ser pai de primeira viagem, eu vou postar aqui os dez livros que mais me marcaram este ano! Grande parte deles ainda será mencionada em episódios futuros, então vou me abster de falar mais aprofundadamente de cada um deles.

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(Disclaimer: a foto do post veio daqui!)

Okay, talvez eu tenha me excedido um pouco este ano no que diz respeito a livros. Eu posso dizer que eu li muitos livros, mas como eu comprei livros também! Este ano eu descobri a magia dos Daily Deals no Audible e sucumbi à tentação por mais vezes do que gostaria. Acho justo até compartilhar para vocês os livros que eu adquiri este ano (até mesmo para todo mundo ter uma idéia do que será eventualmente mencionado no podcast). Apertem os cintos, porque a lista é LONGA!

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Com tantas coisas que temos feito durante o nosso longo hiato de podcasts aqui no Agentes do L.I.V.R.O., não dá para acreditar que já fazem 3 três meses desde a morte do Chester Bennington. Se tivéssemos tido tempo de gravar episódios mais ou menos quando isso aconteceu, eu certamente teria mencionado o fato, mas continuamos correndo para resolver nossos problemas pessoais, então acabou não dando para prestar as minhas homenagens. Linkin Park sempre foi uma banda que me acompanhou desde os primórdios da minha adolescência e que eu escuto desde então, então acho que não há nada mais justo que responder a uma tag rapidinha sobre a banda.

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Em um dos nossos posts mais recentes do blog, mencionei que estou me desvencilhando de alguns livros em prol de uma melhora no meu estilo de vida: eu quero usar meu tempo livre fazendo coisas que eu gosto ao invés de gastar inúmeras tardes de finais de semana limpando estantes e tirando pó de livros. Para alguns, pode parecer um processo fácil. Para outros, nem tanto. E aí? Como estou me saindo?

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Já estamos quase passando a metade do tempestuoso ano de 2017, e apesar da ausência de episódios novos e posts no blog (ainda estamos resolvendo nossas vidas, mas não se preocupem, não desistimos do AdL!), temos mantido o nosso ritmo de leitura o mais frenético possível para termos bastante sobre o que falar!

Isso nos leva a outro ponto importante: o que não temos trabalhado no podcast, temos lido bastante para compensar. Como resultado, acabamos acumulando uma quantidade gigantesca de livros sobre os quais queremos falar. Eu tinha estabelecido para mim mesma ao começo do ano uma meta de 60 livros para ler até o final do ano. No final das contas, estamos quase no final de junho e eu já bati a meta que tinha estabelecido. Ou seja: o Top 10 do final do ano provavelmente não dá conta para classificar os livros que li até então. Portanto, nada mais justo que responder a esta tag popular entre os booktubers.

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Nessas últimas semanas eu tomei a decisão de aderir ao estilo de vida minimalista. Não necessariamente por eu sentir que a minha vida está bagunçada, mas porque eu sinto que no decorrer da minha vida eu acabei juntando muita coisa que está só juntando poeira e ocupando espaço na minha casa. Infelizmente isso acaba incluindo livros também. Por mais que eu ache que uma casa lotada de livros seja algo esteticamente maravilhoso, este é um estilo de vida que simplesmente não posso ter: o tempo que eu poderia utilizar para fazer coisas que eu gosto ou que melhorariam grandemente minha produtividade (incluindo escrever quinzenalmente para o blog, como eu tinha prometido) estava sendo gasto com horas a fio limpando estantes e tirando poeira de livros. E como se não bastasse isso, eu ainda estava guardando muitos livros que comprei há anos e até agora não li. Ou mesmo com livros que eu li uma vez, não gostei muito, mas dos quais também não me desfiz.

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Desde o começo, eu e o Thiago sempre tentamos motivar as pessoas que têm conhecimento um pouco mais avançado na língua inglesa a lerem mais livros em inglês. Isso foi inclusive alvo de críticas nos primeiros episódios. Lembro que recebemos um punhado de e-mails dizendo “vocês só lêem livros em inglês, eu não leio livros nessa língua”. Alguns episódios mais tarde, o tom mudou um pouco. Recebemos alguns relatos de pessoas que afirmaram estarem começando a ler livros em outras línguas e, apesar do começo um pouco tempestuoso, o costume estava vindo a passos lentos.

Eu leio livros em inglês já faz um bom tempo, e muito disso se deve ao fato de que um dos meus primeiros empregos me deu a oportunidade de viajar para os Estados Unidos e trabalhar por algum tempo por lá. Após a experiência, eu achei que não fazia sentido fugir dos livros com essa língua, afinal de contas grande parte da literatura que consumimos no Brasil vem de lá. Não vou dizer que foi fácil, demorou bastante até eu ultrapassar a barreira da língua e do vocabulário e, na época, a comunidade booktuber não era tão forte. Hoje em dia eu consigo ler um livro em inglês sem problema algum, mesmo que eu não entenda 100% do que está escrito.

Mesmo assim, quase quatro anos após ter começado a gravar o podcast, ainda escuto vários relatos de pessoas que simplesmente não conseguem se habituar a ler livros em outras línguas porque a atividade exige um esforço mental muito maior do que elas estão dispostas a dispender. Foi só então que eu me dei conta de que já não sabia mais como era essa sensação: a de passar os olhos pelas páginas e só entender meia dúzia de palavras. Resolvi então me propor o seguinte desafio: ler o livro Acide Sulfurique da autora Amélie Nothomb, em sua língua original: o francês. Para quem não sabe, eu estou estudando francês atualmente e estou naquela linha limítrofe entre o básico e o intermediário. Eu acho que se me jogassem no meio da França, eu conseguiria não passar fome, mas provavelmente não conseguiria um emprego decente. Eu ainda não sei vários tempos verbais, meu vocabulário é ridiculamente restrito e eu ainda confundo coisas muito básicas (como as situações em que você deve usar en e y). Mesmo assim, eu não quis ficar na minha zona de conforto e, ao invés de só molhar meus pés nas águas rasas que são a leitura de comics, eu peguei um livro que estava na estante de “leituras fáceis” da escola onde estudo e mergulhei de cabeça no livro.

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O ano mal começou (gigantesca mentira, já estamos na metade de fevereiro) e eu já abandonei duas leituras. Se eu tivesse feito isso há alguns anos, acho que eu jamais me perdoaria. Eu já fui o tipo de pessoa que preferia perder tempo com um livro ruim a abandonar uma leitura pela metade. Os anos se passam, as prioridades mudam e, com isso, a maneira de enxergar o mundo também.

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