Neste episódio Melanie e Thiago discutem o assunto mais discutido do momento (pelo menos entre eles): A trilogia Mistborn!

Kelsier sorriu. “Isso significa que você, Vin, é uma pessoa muito especial. Você tem um poder que a maioria dos nobres inveja. É um poder que, se você tivesse nascido uma aristocrata, teria feito você uma das pessoas mais mortais e influentes em todo o império final”.
Kelsier se inclinou para frente novamente. “Mas, você não nasceu uma aristocrata. Você não é nobre, Vin. Você não tem que jogar pelas regras deles – e isso faz de você, alguém ainda mais poderosa”.

Randômicos

Leituras da Semana

  • Melanie:
    • The Easy Way to Write Short Stories that Sell, Rob Parnell
    • Watchmen, Alan Moore

Para Ler

  • Lucas Albuquerque

    200 paginas para o fim do livro 3…cabeça explodindo! LOL! Prometo comentar assim que terminar!

  • Lucas Albuquerque

    Olá pessoal,

    Como prometido, esperei acabar o terceiro livro para poder dar minha opinião final. Só para deixar claro, li os dois primeiros em português e o terceiro em inglês. Neste caso, foi um desafio pessoal, pois nunca tinha lido um novel em inglês antes, e tive receio de peder alguma coisa por conta disso.

    No fim, fui vencido provavelmente por algum Brumoso (Misting) usando Latão para empurrar minhas emoções! 🙂

    Primeiramente achei o podcast muito bom, mas a falta de comentarios sobre o livro 3 me decepcionou, apesar de ter aceitado suas explicações. Quanto ao livro, realmente faltam palavras para elogia-lo!

    Já falando sobre a trilogia, não tenho muito mais o que acrescentar ao que vocês já falaram: Como jogador de RPG (por muitos anos) e leitor de vários livros de fantasia, de longe esses foram os melhores livros que já li!

    Confesso que ao terminar o livro, fiquei imaginando o quão interessante seria se Brandon Sanderson transformasse o seu sistema de magia em um sistema de RPG, e para a minha surpresa, ele existe!

    http://www.crafty-games.com/content/buy-mistborn-adventure-game

    Ainda não tive tempo de analisar com cuidado, mas aparentemente é um sistema criado e “homologado” por ele. Inclusive é um sistema que já dispõe de 2 suplementos.

    Se alguem já viu esses livros, por favor deixem suas impressões. Inclusive o proximo link possui previews para download gratuito:

    http://www.crafty-games.com/content/mistborn-adventure-game-downloads

    E por fim, tem um video no youtube com o unboxing do livro básico!

    Ah! Segue abaixo a tabela a tabela Alomântica dos 8 metais básicos em Português:

    Ferro – Puxa metais próximos (Título: Atiradores)
    Aço – Empurra metais proximos (Título: Lança-moedas)
    Estanho – Amplia os Sentidos (Título:Olho de Estanho)
    Peltre – Amplia Habilidades fisicas (Título: Brutamontes)
    Zinco – Abranda Emoções (Título: Abrandador)
    Latão – Tumultua emoções (Título: Tumultuador)
    Cobre – Esconde Alomancia (Título: Esfumaçador)
    Bronze – Revela Alomancia (Título: Buscador)

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    SPOILER ALERT – SPOILER DO LIVRO 3
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    Agora, vem minha pergunta, que contém spoilers do livro 3:

    Não sei se fiquei confuso, pois como disse anteriormente li o livro 3 em inglês, mas gostaria que vocês me explicassem a parte da trama quando Tensoon foi para Luthadel – chegando lá ele resolveu pegar o corpo de Kelsier e quando aparaceu para alguns soldados, ele aparentemente mandou as pessoas fugirem para as minas de Hathsin.

    Depois de terminar o livro eu achei essa parte uma forçação de barra, ou foi meramente porque eu não prestei atenção suficiente? Nesse caso, porque ele resolveu mandar as pessoas para lá? Será que foi uma parte da trama que teve essa “forçação de barra” para fazer a trama encaixar?

    No mais, continuem assim!

    Abraços,

    Lucas.

    • Então, minha resposta VAI TER SPOILERS, portanto…

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      SPOILER ALERT – SPOILER DO LIVRO 3
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      Não acho que foi forçado. Naquele momento ele percebe que várias pessoas não estão satisfeitas com o atual governo de Luthadel e ele sabe que não é culpa da Vin ou do Elend. Ele tenta fazer algo a respeito e a única coisa que ele pensa é mandar esse povo pra algum lugar meio neutro, nesse caso, algum lugar controlado pelos Terrismans. Eu acho que essa parte foi meio que “putz, o que eu posso fazer por essa gente? Bom, vou tentar mandar eles pra longe daqui porque esse lugar está dominado pelo Ruin!”

      O lance é que o conhecimento que o Tensoon tem não fica muito explícito no livro, mas todas as Kandras sabem sobre o Ruin e o Preservation por que o Lord Ruler preparou elas pra isso, então quanto o Tensoon tem que tomar essa decisão ele tem muito mais informação do que parece. Tente ver a decisão dele por essa ótica e veja se ainda fica muito forçado. Ah! Lembre que na religião deles, a “última batalha” seria travada na terra das Kandras que ficava localizada do lado dos Terrisman e isso pode ter influenciado a decisão dele de mandar o povo pra lá.

      • Lucas Albuquerque

        Segue minha resposta:

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        SPOILER ALERT – SPOILER DO LIVRO 3
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        Eu até entendi seu ponto de vista, mas o que ficou claro para mim foi que Brandon Sanderson não quis dar dicas sobre as reais razões naquele ponto do livro. Achei que soou aleatório na quele momento, até porque a postura de Tensoon pareceu incerta.

        Inclusive, quando ele disse aquilo, eu parei e pensei:”Wow! Então ele vai fazer as pessoas esvaziarem a cidade agora? Isso vai dar merda! (desculpe meu francês!)

        Claro que depois tudo fica claro e percebi que era proposital.

        Enfim, valeu pela resposta. Esotu decidindo agora se vou pro livro 4 ou se começo alguma outra serie do mesmo autor.

        By the way, Obrigado aos dois por me trazer de volta o prazer da leitura!

        Abraços!

        • Entendi teu ponto de vista. Note que eu sou muito suspeito pra falar da história, porque eu já gostava muito dela, então a minha opinião está meio comprometida 🙂

          Quanto a algum outro livro do autor eu tenho algumas recomendações pra você 😀

          A série Steelheart é muito boa. O final dela vai ser publicado no começo do ano que vem então recomendo muito.

          Eu vi que você marcou as noveletas do Legion pra ler. Eu adoro esse personagem então também recomendo essa.

          Quando a série The Stormlight Archive deixo com você algo que o próprio Brandon Sanderson falou: “Essa é uma série pra ler quando eu já ganhei a confiança do leitor”. Ou seja, se você acredita que o cara manda bem vá em frente. A razão pra isso é que, como essa é uma história longa, tem muitas partes aonde você vai começar a desvendar um mistério e não vai ver o fechamento dele… ainda 🙂 então esteja preparado!

  • Marcela Abrantes

    Eu acho que vocês falaram praticamente tudo sobre os livros haha, bom sobre os dois primeiros pelo menos. Acho que só vou fazer algumas considerações (eram algumas, mas ficou gigante porque é a única coisa que em Mistborn que me decepcionou muito hahaha).

    [SPOILERS do segundo livro]
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    Apesar de eu amar a Vin enlouquecidamente e achar que ela foi uma personagem construída de forma magistral eu fico muito triste em dizer que não aconteceu muito isso com outras personagens femininas. Claro que não posso exigir a mesma profundidade pra personagens secundárias, mas a Tindwyl, por exemplo, teve um desenvolvimento excelente em um único livro, mas é horrível que tudo nesse livro tenha rodado em torno de homens para ela… ela surgiu para ajudar o Elend, surgiu para ser o
    par romântico de Sazed, mas nada disso tinha me incomodado até ela morrer para… nada. A morte de Kelsier teve impacto na história inteira, moveu todos os personagens, ao contrário, a morte de Tindwyl só serviu para alterar a história de Sazed (vou falar mais sobre isso abaixo).
    Allraine, então, nem isso teve. Ela parecia tão interessante e a revelação de como ela manipulava o Breezy foi tão tão legal, mas foi… só. Ela foi um acessório quando poderia ter tido uma função muito mais interessante até mesmo como espiã.

    [SPOILERS do terceiro livro]
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    O caso da Allraine só piora no terceiro livro, ela não só continua um acessório, mas assim que ela conhece a namoradinha do Spook já acha que teria competição pelo Breezy. A namoradinha (olha, até esqueci o nome da menina!) mesmo, é uma Alrianne piorada. Não deu… gostei tanto dela, mas foi tão mal desenvolvida 🙁 Aliás, no primeiro livro mesmo a maior interação que Vin tem com uma personagem feminina é com uma… inimiga. Fiquei bem chateada.
    E voltando à Tindwyl… nossa, a morte dela ter servido para causar a depressão no Sazed foi uma facada no meu coração. Eu “Brandon, como você pôde fazer isso comigo???????? Eu te amo, porque você tá me machucando desse jeito???????”. A depressão de Sazed foi muito bem tratada, vou admitir, nunca vi isso ser tratado de forma tão sensível, mas não tem muito perdão ele ter usado a Tindwyl para isso.Simplesmente não se usa a morte de uma personagem feminina como plot twist para um personagem masculino. Espero que ele não tenha cometido esse erro de novo em nenhum livro, porque isso foi muito decepcionante. E discrepante. De um lado temos Vin e do outro ele usou o arquétipo da mulher no refrigerador.

    [Parei de chorar as pitangas, mas ainda tem SPOILER do terceiro livro]
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    E sim: acho que depois que sair o terceiro livro aqui cês deviam fazer um episódio sobre tudão porque muita coisa acaba ficando de fora. Tem várias coisas incríveis, no terceiro que nossa, me enlouquecem. Eu acho que o que mais me deixou de queixo caído (e foram muitas coisas) foi como o Sanderson conseguiu desenvolver o relacionamento da Vin (dos humanos de forma geral, mas mais da Vin) com outras raças com o TenSoon e o Human. E como ele coloca dicas pequenas do que vai acontecer e quando acontece você larga o livro e fica de boca aberta apontando sem saber como reagir AAAAAAAAAAAAAAAAA (É, juro que depois de tanta reclamação eu amo Mistborn)

    [Fim dos spoilers?]

    Acho que só fiquei tão decepcionada com as personagens secundárias porque:
    (1) Vin existe e
    (2) antes de Misborn eu li Shadows for Silence in the forests of hell do Brandon e é… MARAVILHOSO, PERFEITO. Eu não podia ajoelhar e pedir à Deusa por personagens femininas melhores que aquelas. Entendo que Shadows for Silence é mais recente, e já me disseram (Melanie hahah) que ele trabalha melhor mais mulheres em outros livros. Então isso é mais uma magoazinha a ser compartilhada de uma coisa que eu acho que o autor está resolvendo (eu acho?).

    É isso. Adorei esse episódio e foi mal o textão 😛

    • ‘nada, fia, eu até meio que estava esperando ler seus comentários a respeito justamente porque eu concordo bastante com VÁRIAS coisas que você mencionou no seu comentário, mas acabei não comentando no podcast justamente porque estávamos tentando fazer um apanhadão geral de todos os fatos maiores que tinham acontecido nos dois primeiros livros (e pra você ver, ainda assim não deu tempo de falar tudo – a gravação original tinha mais de três horas!).

      Bom, seguindo seu exemplo meu comentário vai ter spoilers para os três livros, então vamos lá!

      Eu pensei exatamente o mesmo que você com relação ao segundo livro. Achei LINDO como o Brandon passou The Well of Ascension no teste de Bechdel, gostei bastante da interação da Tyndwil com a Vin (embora tenha achado que pudesse ter muito, muito mais do que aquela cena da loja de vestidos). Acho que seria legal se o Brandon tivesse trabalhado um pouco mais com lance da Tyndwil ajudando a Vin a se descobrir melhor, a organizar melhor os sentimentos, achei muito bacana os métodos diferentes que ela estava usando para educar tanto a Vin como o Elend e explicação dela do por quê de ela estar fazendo aquilo. Quanto ao lance da donzela na geladeira para a Tyndwil… eu concordo que foi bem desagradável que ela tenha tido aquele final, embora pense no seguinte: ela de fato morreu, mas ela não morreu em prol do desenvolvimento do Sazed. O Sazed cresceu muito como pessoa, mas ela não morreu apenas por ele. Eu gosto de acreditar que ela morreu lutando pelo que acreditava, assim como os outros finados membros do grupo.
      Quanto à Allriane, eu achei que ela teve um papel importante, embora velado, no segundo livro, visto que foi ela quem tecnicamente uniu o exército do Cett com o Venture.
      E posso te dizer algo um pouco desanimador? O Brandon usa o arquétipo da donzela na geladeira em The Alloy of Law. =/ Digo, ele cria outras personagens ótimas, mas nem mesmo ele é perfeito e ele acaba falhando em algumas coisas.

      Passando agora para o terceiro livro, eu diria que a Beldre foi desenvolvida até onde ela foi relevante para a história, como aconteceu com alguns membros da trupe do Kelsier. O que eu achei ruim MESMO foi o fato da Allriane ter sido deixada de lado, como você mencionou. O que eu acho que teria dado um ar diferente ao terceiro livro seria se o Brandon tivesse feito a Allriane confrontar a Beldre. AÍ SIM, a coisa ia ser interessante.
      Voltando à Tyndwil, eu não sei o quanto a morte dela devia ser algo que cause um impacto tão maior ao resto do pessoal, visto que eles não tinham um enlace tão grande com ela quanto o Sazed. É complicado, porque eu não tive tanto apego pela Tyndwil quanto você teve justamente porque a Vin é uma personagem que me satisfez de uma maneira tão boa que eu perdoei os pequenos deslizes que o Brandon cometeu com as outras meninas. Foi tão satisfatório acompanhar a saga de uma menina que eu senti que FINALMENTE me representava, ao contrário de tantos outros YA que eu li por aí, que sempre que ele pisava na bola eu pensava “eu perdôo, eu perdôo porque a Vin é TUDO pra mim”.

      Com relação às suas expectativas, eu DETESTO dizer que ele desaponta um pouco sim em alguns livros. Se você for ler The Alloy of Law você vai sentir BASTANTE o peso que isso tem. Legion talvez seja interessante, mas as mulheres quase não interagem entre si. The Rithmatist praticamente só tem a mãe do protagonista e a amiga dele, e as duas praticamente não se falam. Agora, fia, The Stormlight Archive. Eu sei que já te torrei as paciências no Twitter pra ler esse livro, mas olha… Eu bato palmas. Eu aplaudo os dois livros que já saíram da série The Stormlight Archive de pé, porque não tem outro jeito de celebrar o quão maravilhosas são as mulheres.
      Ainda há os outros livros que ainda não lemos, como Elantris (que pretendemos ler assim que sair o relançamento) e Warbreaker (ouvi falar maravilhas dele, e parece que as protagonistas são duas mulheres).

      O fato é que, queira ou não, Brandon Sanderson é um homem. Ele pode ser muito bom em construir personagens femininas, mas ele ainda tem suas dificuldades. Ele está tentando e ele está no caminho certo. Convenhamos que ele e o George R. R. Martin são os dois autores que têm feito o melhor trabalho na construção de personagens femininas ultimamente. Não digo que temos que dar tapinhas nas costas de todo autor que acerta uma personagem mesmo que precise errar três outras no processo, nem que temos que aceitar quaisquer migalhas de personagens boas que nos lançam, mas acho que apontar essa galera para o caminho certo é um bom começo.

      E imagina, o textão ainda é mais fácil de acompanhar do que os posts picotados no Twitter! =p

      • Marcela Abrantes

        Eu realmente me apeguei muito muito à Tindwyl, por isso achei um final pouco digno pra ela. Ela é um símbolo do que muitas mulheres viveram de verdade, e eu achei a força dela impressionante.
        Olha, Elantris eu larguei de mão porque não deu. Meu namorado adorou por algum motivo bizarro que eu desconheço, mas eu não passei do começo… até tem uma personagem feminina principal, mas é aquilo, uma só. Mas nem larguei por ela, mas sim porque a narrativa estava me desagradando demais, apesar da história em si parecer boa. De Warbreaker eu também só li coisas positivas. E com os seus comentários sobre Stormlight eu realmente criei aquela puta expectativa e agora fiquei meh com tudo no mundo hahaha.

        E pois é, não é como se eu esperasse mágica de um homem, mas é tão frustrante ver um autor indo tão bem e dar uns deslizes que parecem tão óbvios. Fora que eu também tenho minhas reclamações pela ausência de relacionamentos homoafetivos, personagens LGBT, enfim. É homem e é hetero né. Só vai piorando.

        (E, nossa, muito melhor que 140 caracteres, não tem comparação)

        • Eu perdoaria Elantris pelo único fato de que eu sei que foi o primeiro livro do Brandon, mas provavelmente pensaria diferente se não conhecesse o autor. Mas, como mencionei, eu me identifiquei tão fortemente com a Vin que não levei em conta que talvez outras pessoas tenham se identificado com outros personagens. Quem sabe a gente veja mais personagens como a Tyndwil em livros futuros? Espero que, dessa vez, essa personagem tenha um final mais feliz… =/
          Um autor que a gente também vê criando personagens femininas brilhantes (e vários outros personagens que não o tradicional homem hetero, cis, branco) é o próprio George R. R. Martin, mas considerando que você já leu mais coisa dele do que eu, quem sou eu pra falar qualquer coisa? =p
          Eu acho que o Brandon Sanderson ainda tem muita história para nos contar. Sim, falta a representação de mais elementos LGBT, mas eu gosto de pensar que ele está pesquisando mais a respeito para não dar bola fora e criar personagens que se enquadrem nesse grupo, mas que acabem caindo em clichês e esteriótipos. In Brandon Sanderson we trust!

    • Eu estava escrevendo uma resposta legal pro seu comentário mas como a Mel é muito mais articulada que eu o dela saiu primeiro. Bom de qualquer forma quero deixar a minha contribuição (mais pra Mel do que pra você… sorry!)…

      Na saga de Stormlight Archive o personagem principal é um homem, MAS… as mulheres da história são TÃO fortes que no segundo livro, quando o ponto de vista da história se foca mais em uma das mulheres eu simplesmente aplaudi também!

      E mais! A Mel ainda ta na metade do segundo livro e eu posso dizer que a estima dela por uma certa personagem feminina vai só aumentar até o final do livro.

      • Marcela Abrantes

        Eu percebo em como ela tem SURTADO no twitter sobre isso hahaha (e tem me dado mais vontade de ler por isso, o Brandon parece ter avançado bastante no tratamento das personagens femininas nessa série pelo menos)

  • Vicente Aguiar

    Fala pessoal!

    Conheci o podcast de vocês por acaso, quando tava procurando uma entrevista que o Brandon Sanderson deu numa Apple Store esses dias. Que grata surpresa, encontrar um podcast em português que fale sobre as obras do autor (que não são tão conhecidas aqui no Brasil).

    Quando vi os temas dos episódios de vcs torci muito pra gostar, pois vcs falam muito sobre livros que eu já li e adoro (O Pistoleiro, vários do Brandon Sanderson, Deuses Americanos etc). Outra surpresa foi ouvir e descobrir que mesmo tendo poucos episódios, o áudio, a edição e a fala dos dois são ÓTIMOS! Sério, parabéns.

    Quanto aos livros, eu comecei a ler em inglês esse ano, com os 2 primeiros Harry Potter e logo depois de ter lido o primeiro Mistborn em português (o resto da trilogia não tinha saído aqui ainda), me arrisquei e consegui terminar em inglês. A partir daí comecei a procurar mais Brandon Sanderson e livros em inglês no geral (adicionei ambos no Goodreads).

    Depois desse textão, vou ao tema do podcast:

    Mistborn é BOM DEMAIS! Tenho 20 anos, li Harry Potter pela primeira vez quando tinha uns 7-8 anos e minha vontade de ir pra Hogwarts e ser um bruxo era imensa. De lá pra cá, o único livro que conseguiu replicar esse sentimento em mim foi Mistborn, que li esse ano. O sistema de magia é incrível e o Sanderson tem um domínio muito grande em não deixar os personagens overpowered (como vcs comentaram no programa).

    Eu já tinha gostado do primeiro livro enquanto lia, mas quando o Sanderson destronou o Lord Ruler (traduzido aqui como Senhor Soberano) logo no primeiro eu achei muito foda, pois esperava que esse plot se estenderia até o final da trilogia.

    Devo dizer que não achei o segundo livro lento, curti muito o desenvolvimento das consequencias de acabar com um Império de mil anos. O que mais gostei desse livro foi o foreshadow que tem logo no primeiro epígrafo (I write these words in steel, for anything not set in metal cannot be trusted.) que faz TODA a diferença no final do livro.
    Sobre a trilogia, eu curto muito os personagens, a apresentação da história de Scadrial, as dicas que o autor dá durante o livro e principalmente a conclusão, que achei extremamente satisfatória.

    Só um comentário sobre a discussão do pocast: acho que pra quem não leu fica muito confuso, é muito nome, lugar, metal, personagem etc.

    PS: adoraria se vcs fizessem um episódio falando sobre o Cosmere!

    • Olha, essa idéia sobre um episódio falando do universo de Cosmere é MUITO tentadora 🙂

      E já que estamos falando sobre Sanderson… você tem um minuto pra falar sobre The Stormlight Archives? 😀

      Da uma olhada no episódio que fizemos sobre a série, porque eu acho que você não vai se arrepender! Obrigado pelo comentário e fique a vontade para dar mais sugestões!

      • Vicente Aguiar

        Opa, já sou da Igreja do Sanderson! hahaha, já li ambos Stormlight Archives, ouvirei o podcast com certeza!
        Me falta apenas ler a Era 2 do Mistborn (Alloy of Law, Shadows of Self) e Warbreaker, do universo do Cosmere. O resto já devorei.
        E vi em outro episódio do podcast que você leu Mistborn depois de ter lido SA. Você chegou a reconhecer o Hoid como o informante de Luthadel? Como eu só fui ler SA depois, o nome nem significou nada pra mim na época…

        • Eu só não achei o Hoid no segundo livro de Mistborn. Depois eu vi que ele tava com o pessoal voltando pra Luthadel no final.

  • Pingback: CabulosoCast #155 - Retrospectiva Literária 2015 | Leitor Cabuloso()

  • Andre Garcia

    Pessoal conheci vcs por indicaçao do Lucien no cabulosocast e podem ter certeza que ganharam mais um fã.
    Eu li o primeiro livro, O IMPERIO FINAL, e nao é que eu nao tenha gostado, eu até gostei, mas depois que eu li O NOME DO VENTO e a sequencia O TEMOR DO SABIO nenhum livro de fantasia foi mais a mesma coisa, entao nao me interessei em ler a sequencia de mistborn mas pretendo. Abraços pessoal

    • Fala Andre, nós lemos “O Nome do Vento” e adivinha… é com ele que vamos inaugurar o ano de 2016 no cast 🙂

      Ainda não lemos “O Temor do Sábio” então não posso dar uma opinião sobre a série até então. Para mim, a prosa do Brandon Sanderson é mais dinâmica qua a do Patrick Ruthfuss (que tende a ser muito mais poética) então eu acabo preferindo o Sanderson nessa escolha, mas é uma questão de gosto mesmo.

      Se você quer uma fantasia épica do Brandon Sanderson nas proporções de “O Nome do Vento”, recomendo Stormlight Archive que vai ser lançado no Brasil pela editora Aleph.

      No mais, fique sempre a vontade para dar sua sugestão e opinião no cast! Obrigado pela escolha!

      • Andre Garcia

        Legal ja to esperando ansiosamente o cast. Eu escutei vcs comentando sobre stormlight nos melhores do ano e ja pus na minha lista, assim que sair eu compro.

  • Heverton Daniel

    Mar gente, que livro ein, que papo bom! E olha que li só o primeiro, queria ler todos logo e comentar mais com vocês!
    Como ainda não lançaram o terceiro, estou à espera do mesmo para ler novamente o primeiro e os outros dois tudo junto.
    Ótimo cast como sempre, vcs são dmais!
    abraços

  • Andreiver

    Os metais emocionais foram traduzidos como Zinco e Latão.

  • Eduardo Esmerio

    Procurando como eu uma sequência para ler Brandon Sanderson? vejam isto que achei. Por enquanto li apenas Elantris e o primeiro volume de MistBorn. Já conheciam este esqueminha? O autor incluiu apenas o universo Cosmere.
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    do site : http://scifi.stackexchange.com/questions/85905/reading-order-for-cosmere-series-by-brandon-sanderson

  • Marcos Sartori

    Acabei de ler o primeiro livro e achei sensacional. Que universo fantástico, com uma sistema de mágia novo, e muito criativo. O melhor de tudo e como ele utiliza suas limitações e explora soluções novas a partir desse sistema.

    Estou muito curioso para ler os outros livros.
    Parabéns pelo podcast.

    PS: Mas eu queria dizer que só vim comentar pq vcs colocaram uma música da abertura de Suikoden 2, bela referência.

    • Você quis dizer “a melhor música de abertura de jogo de todos os tempos”?
      Mas sim, eu sou doida por Suikoden (na verdade só o 1, o 2 e o 5), tanto que Dandy Richmond é a nossa música-tema para a leitura de e-mails nos episódios posteriores. 😀

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