Neste episódio Melanie e Thiago discutem a continuação do livro Steelheart: Firefight. Se você está acompanhando a série com os Agentes ou não se importa com a mesma, esse é mais um episódio imperdível!

Reading Progress

Firefight

  • Vicente Aguiar

    Eaí pessoal!
    Continuando minha saga de comentar os livros da série Reckoners:

    No começo do programa, na parte do Reading Progress, a Melania comenta que leu uma HQ que só foca nos EUA, e que sentiu falta de saber o que tava acontecendo no resto do mundo. Curiosamente, eu tenho esse mesmo problema com Reckoners, apesar de entender que o ponto de vista é do David, que não tem como se informar muito. Seria mais legal saber o que aconteceu com os governos e etc do resto do mundo…

    SPOILERS FIREFIGHT.
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    Gostei bastante do Exel (muito foda ele ser analista, o BS conseguiu mostrar bem o quão pouco glamuroso é o trabalho) e da Mizzy e muito menos da Val, mas acho q no caso dela não deu tempo de desenvolver, ela quase não aparece na história.
    Quanto à história em si, uma coisa que gostei muito nesse livro que já é de praxe nos livros do Sanderson é o quebra-cabeças. Durante o livro a gente fica sem entender várias coisas, mas sempre faz algum sentido. A Regalia ter atraído o Prof pra Babilar, ela ter demonstrado certa preocupação em tornar a cidade mais civilizada, etc. sendo que teoricamente ela iria destruir tudo com o Obliteration e o David fica se perguntando pq diabos a Newton deixa os subordinados dela falarem com ela de um jeito tão desrespeitoso e por aí vai.
    Desde o final do Steelheart eu estava com a impressão que o Prof ia acabar virando vilão, mas superou e muito minhas expectativas. Apesar do que vinha acontecendo, até o momento antes de ele matar o Exel e a Val eu acreditava que tinha solução, mas depois disso shit got serious. Nesse livro a série fica consideravelmente mais sombria, com a morte dos 2 e o David atirando na Newton pelas costas e a Val matando o Epic doppelganger quando ele já estava inconsciente…

    Achei muito foda a cena que a Megan mostra como é High Epic mesmo, o Prof fica muito perdido.
    Só não entendi como a Megan conseguiu atirar nela mesma na cena que o Prof deixa ela pra morrer, se ele tinha colocado campo de força nas saídas da sala. Tudo bem que sem o Prof os campos não são tão fortes, mas ainda assim achei estranho.
    Só uma coisa não fez eu dar 5/5 pra esse livro: acontece tanta coisa, que do meio pro final eu mal lembrava o que tinha acontecido no começo do livro. Nesse ponto eu acho Steelheart melhor, a história vai seguindo um fluxo mais coerente e fácil pra acompanhar.

    PS: ainda não li Calamity mas acho que a Tia é Epic sim. Minha unica evidencia pra achar isso é que eles mencionam uma foto antiga que tem o Prof, a Regalia, a Tia e mais outro Epic. Me pareceu muito estranho a Tia estar no meio dos Epics, mesmo sendo namorada do Prof.

    Ufa, acho que era isso. Abraços!

    • Fala, Vicente! (super atrasada)

      Se eu não me engano, até existe a menção de que uma das células dos Reckoners chegou a agir em outro país, mas a gente acaba não tendo muito mais do que isso. A gente chega a ter uma brechinha do Abraham atuando no Canadá, mas não passa disso. Realmente uma pena, mas é uma coisa que eu aceitei com relativa facilidade porque 1. faz sentido que o Brandon escreva uma história que se passe em um cenário com que ele tenha familiaridade e 2. ao contrário do comic que eu mencionei, ele dá a entender que os problemas se estendem a uma área bem maior. Sabendo disso, ele não faz um retrato estereotipado de outros países, o que já é um bom começo.

      [SPOILERS!!]
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      A arma não estava dentro da própria sala? Eu achei que ela tinha escondido rifle entre as folhagens, tanto que quando o David achou o corpo da Megan e foi procurar de onde tinha vindo o tiro, ele encontrou o rifle. Posso estar errada, faz tempo que eu escutei Firefight.

  • Isa Prospero

    Finalmente pude ouvir esse episódio! haha
    Gostei muito do livro, mas achei o primeiro mais impactante… talvez pelos vários plot twists no final, achei as revelações deste menos surpreendentes. Mas Firefight manteve uma tensão maior durante todo o livro e realmente tem um tom bem mais pesado. Como vcs disseram, o David faz umas coisas bem macabras nesse livro – e gostei de o Brandon não fugir do fato da Megan ter matado o Sam, o que cria um conflito legal, especialmente pro terceiro livro 😀
    E Prof! Ó, juro que não tinha pensado que isso aconteceria. Eu já tava surtando com a quase transformação do David (mas já achando um conflito ótimo pro próximo livro rs) e daí isso acontece. 🙁 E fiquei bem triste que a Val morreu antes que ela e o David tivesse um pouco mais de “closure”. Também não entendi direito o que aconteceu com Obliteration e fiquei querendo mais respostas sobre o passado de Prof/Tia/Regalia – achei que ia surgir alguma grande revelação sobre isso até o final. Mas enfim, in Brandon we trust. Até o final da trilogia ele deve me surpreender de novo, haha.
    Beijos!

    • Aeeee! o/

      Spoiler: eu e o Thiago lemos os três livros e o nosso preferido continua sendo Steelheart. Não que os outros livros não sejam bons, mas existe algo especial do primeiro livro. Talvez seja aquele choque de ser jogado num universo tão diferente, com elementos que nunca vimos antes. Não que não exista nada de diferente nos livros seguintes, mas eles se passam em um universo já estabelecido, então por mais que cada livro se passe em localidades diferentes, com problemas diferentes, nada vai ter aquele mesmo saborzinho do primeiro livro. Mas sim, Firefight é ação non-stop!

      Sem spoilers, eu diria o seguinte: você vai saber um pouco mais sobre o Obliteration e a turma do Prof. em Calamity (ou, nas palavras do mestre Brandon Sanderson, RAFO!). Não sei se o que vai ser explicado em Calamity vai ser satisfatório, mas pelo menos você não vai ficar no vácuo!

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