Neste episódio, Melanie e Thiago falam um pouco sobre esta mídia literária que ainda sofre algum preconceito pelos leitores mais inveterados.

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  • Davi Oliveira

    parabéns pelo belíssimo trabalho, sou novo aqui e já estou ansioso pelos próximos casts, acadei de ler a guerra do velho e quero muito alguém pra comentar.

    • Que bom que gostou do cast! E não se preocupe, o episódio dA Guerra do Velho está no forno!

  • Felipe Proto

    Audiobook é vida, audiobook é amor!
    Desculpa ter te enchido o saco pra ouvir aquela gravação de baixo-custo do Dresden Files, Mel! Eu juro que só fui perceber 60% dos erros depois que vc falou :/ Se serve de algo, depois melhora…
    Mas o leitor é MUITO importante: metade do meu enjoyment de Ready Player One é a empolgação do Wil Weaton. E essa importância fica bem clara com A Song of Ice And Fire, que o livro 4 foi gravado de novo para ter o mesmo narrador (Roy “How many voices can you do again” Dotrice).
    Sobre velocidade: eu gosto de manter o que o leitor usa, para pegar o ritmo dele, como ele quis passar a história. Por isso que eu gosto ainda mais quando o próprio autor lê os livros. Exemplo absurdamente fantástico: Douglas Adams lendo a série “Guia do Mochileiro”.
    Sobre o custo, achei o blog/site de uma narradora profissional que fala dos custos, e do lucro da Amazon: http://www.smvoice.info/how-do-i-turn-my-book-into-an-audiobook-on-audible-com-an-overview-of-acx/
    Interessante que demora um pouco mais do que podcasts para editar (acredito), e isso deve ser para atores de áudio “normais”, gente como o Wil Weathon ou o próprio Gaiman devem custar mais.

    Como sempre, ótimo trabalho!

    • Nem esquenta, Proto, não foi por falta de aviso, eu peguei de teimosa mesmo. Mas nesse caso foi falha minha por não ter escutado o sample primeiro… e uma boa lição também, porque eu já esquivei de vários outros audiobooks que padecem do mesmo mal. o

      Sobre a velocidade, para ser bem sincera eu só sentia o peso do aumento de velocidade no começo. Depois que eu me habituei com a velocidade um pouco maior e tentei voltar para a velocidade original, descobri que eu não conseguia mais tolerar. Eu acho que uma velocidade um pouco maior te dá o benefício de se treinar a entender diálogos um pouco mais corridos, o que é uma tremenda mão na roda quando você precisa fazer alguma prova de listening. o

  • @hialee

    Então amo audiobook, mas por incrível que pareça eu nunca ouvi um podcast haha então esse será o primeiro hehe.
    Conheci os audiolivros pq estava procurando literatura brasileira. Eu tinha aquela preguicinha de ler Machado de Assis. Assim acabei conhecendo o librivox que tem um monte de livro em português. E olha só, hj dom casmurro é um dos meus livros preferidos. Agora amo Machado de Assis, José de Alencar. Depois procurei por outros estilos , o Hobbit é um livro que amo e já li quatro vezes, mas senhor dos anéis não me descia muito, li a primeira vez quase forçada , mas ele em audiolivro é uma delícia.

    • @hialee

      Ahhh e apesar de não ouvir os em inglês, recomendei a uma amiga que fez intercâmbio e precisa treinar e ela está achando mil vezes melhor do que ver séries sem legenda.

      • Olá! o/

        Verdade, tem o Librivox! Eu tinha visto alguns sites com livros de domínio público, mas uma coisa que eu não acho tão bacana neles é que os arquivos de áudio são todos separados, então é um treco meio chato de se escutar em aparelhos portáteis, sobretudo se você tem mania de colocar suas músicas no aleatório. Aí você tá no meio da rua escutando sua música preferida e surge uma leitura de um capítulo do audiobook. Isso é uma vantagem muito bacana do Audible: o aplicativo é bem organizadinho!

        Acho que seriados se beneficiam muito das imagens, então a pessoa acaba às vezes confiando mais nelas do que nos sons. Concordo com sua amiga nesses aspectos, acho que manter o foco na pessoa que está contando a história sem visualizar a imagem acaba sendo bem melhor para praticar!

        • @hialee

          Então melonie. Eu uso o app do librivox pra não acontecer isso. Mas se for o caso de baixar o audiolivro, eu uso o “material player” app pra Android, ele separa por pasta, portanto não dá pra misturar com a música. Mas realmente as vezes o app de música mistura mesmo. Eu tbm estava com esse problema quando colocava no aleatório. Só que comecei a usar o player do google play musica e não sei explicar, mas consegui que com ele isso não acontecesse. Só aparecem as músicas mesmo, acho que configurei pra mostrar músicas de uma pasta só.

        • Timóteo Rezende Potin

          Desculpa eu me intrometer aqui na conversa assim mas eu juro que eu acho meio bizarro quando as pessoas falam que ver série sem legenda é mais fácil. Acho que tenho algum problema com isso, só pode. Eu ouço audiobooks, podcasts, palestras, documentários, vlogs e tal tranquilamente (não vou dizer que entendo cada palavrinha separadamente e lindamente, mas não tenho problema nenhum para entender uns 90% de tudo e pegar os outros 10% pelo contexto), mas na hora de ver série parece que meu cérebro trava. Principalmente em cenas onde o personagem fala alguma coisa chorando, gargalhando, gritando e tal. Eu sempre acabo vendo com o closed caption ligado e fico me perguntando “como esse som virou isso que está no cc?”.

          • Acho que o problema não é necessariamente com você, Timóteo. Uma coisa que fazem muito em seriados e que ainda me causa problemas com listening é a entonação que os atores usam: por estarem interpretando um personagem, eles variam muito a entonação e o volume da voz, então às vezes simplesmente NÃO DÁ PRA OUVIR O QUE ELES ESTÃO FALANDO. E tem o que você mencionou também: personagem que fala enquanto chora, ri, gagueja… ou fala com sotaque muito forte.

  • Timóteo Rezende Potin

    E aí Agentes!
    Antes de mais nada, obrigado por me fazerem entrar pra esse mundo maravilhoso dos ouvintes de livros. Adiantaram muito a minha vida e aumentaram consideravelmente a quantidade de livros que eu consigo ler, além de melhorar pra cacete o inglês.

    Me identifiquei muito com o momento que vcs falaram do susto quando o narrador muda a voz. Meu primeiro audiobook foi The Alloy of Law, e eu me lembro até hoje da reação que eu tive quando o Wayne apareceu pela primeira vez. Achei sensacional.

    Meus audiobooks favoritos até o momento são os da série The Stormlight Archive e The Wheel of Time, ambos narrados pelos mitos Michael Kramer e Kate Reading.

    Sobre os livros de Dresden Files, só comecei a ouvir e ler os primeiros minutos e não posso opinar muito, mas sei que grande parte da galera que gosta da série ADORA os audiobooks do James Masters, e uma certa parte desse amor se dá devido o fato de ela ser bem “roots”. O livro ser em primeira pessoa ao meu ver permite certos maneirismos por parte do narrador (tipo engolir saliva, pigarrear e tal…), agora, quando ele é em terceira pessoa isso já é mais complicado, como foi o caso do livro Night Of Knives, do Ian Cameron Esslemont, que o livro é em terceira pessoa e tem uma edição bem bosta (o narrador tinha um negócio de passar a língua no céu da boca de vez em quando que me irritava, principalmente pelo livro ser em terceira pessoa e teoricamente o narrador é uma “entidade”, não um personagem). Mas isso é opinião pessoal claro.

    • Fala, Timóteo! Sempre às ordens! o

      Acho que no caso do Michael Kramer, o trabalho dele casou muito bem com The Alloy of Law (o único livro da série Wax & Wayne que eu escutei foi Bands of Mourning e o trabalho que o Kramer fez para o Wayne foi BRILHANTE, sobretudo quando o Wayne está fingindo ser outra pessoa!). O cara é MUITO bom, e a Kate Reading não fica muito atrás! Gostei do trabalho que ela fez no que eu escutei de The Wheel of Time (embora eu tenha demorado um bom tempo para separar a Moirraine da Jasnah).

      Eu também já escutei que uma galera ADORA o trabalho do Marsters. Como mencionei, eu não tenho problema com o estilo de narrativa dele, mas sons de saliva pra mim é MUITO tenso. Como o Proto mencionou no Twitter um dia desses, “realmente, eu terminei de escutar o livro e senti minha orelha babada”. Mas vai de pessoa para pessoa, e eu invejo a galera que não tem problema com isso, porque acredito que no meu caso isso seja muito mais um problema neurológico do que do autor propriamente dito (embora eu tenha passado os olhos pelos reviews do livro no Audible e tenha notado que várias pessoas reclamaram do mesmo problema)…

      • Timóteo Rezende Potin

        Falando da mesma voz para personagens de livros diferentes, eu estou prevendo o choque que vai ser daqui a pouco quando eu resolver começar a ler The Gardens of the Moon, do Steve Eriksson. O audiobook do livro é narrado pelo mesmo narrador que narrou The Lies of Locke Lamora, do Scott Lynch, Michael Page. Achei que a narração que ele fez pro Lies casou tão bem com o livro, apesar de eu ter tido um pouco de dificuldade com o sotaque que ele tem (ou fez para narrar o livro), que eu quase não consigo ver ele narrando Malazan. Pode ser que ele faça um trabalho magnifico e me faça virar fã incondicional dele devido à diferença dos dois livros, mas por enquanto eu estou apostando na estranheza.

  • Isa Prospero

    Oi, caros! Ótimo cast, adorei conhecer as origens dos audiolivros. Não tenho mto a contribuir porque não costumo ouvi-los, principalmente por problemas de atenção (mesmo lendo às vezes eu tenho que voltar várias vezes na mesma parte; escutando, me distraio demais). Mas olha, livro narrado pelo Armitage talvez mereça uma tentativa… <3
    E o conceito de misofonia mudou minha vida, pqp! Eu tenho impulsos homicidas quando tem gente mastigando perto de mim, será que dá pra justificar com isso? hahahah
    Abraços para os dois!

    • Fala Isa! o

      Putz, isso é um ponto que eu deveria ter levantado durante o episódio: algumas pessoas – dentre as quais eu me incluo – têm problemas de manter o mesmo nível de atenção. Eu AINDA padeço deste mal, mas estou me forçando a lidar com isso SEM ter que recorrer a ficar voltando o audiobook. Geralmente eu penso “bom, agora que eu perdi esse trecho, vou tentar entender o resto pelo contexto. Qualquer coisa, se eu gostar do audiobook, eu escuto de novo. Caso contrário, não perdi muita coisa”. É tipo o tal do “skim reading”, quando o livro tá tão chato que chega um certo ponto em que você nem está mais prestando atenção, só passando os olhos pelas palavras.

      E sim, misofonia é uma coisa real! Inclusive, o que você mencionou de se sentir extremamente incomodada com pessoas mastigando é um dos tipos mais recorrentes de misofonia (juntamente com o som de talheres raspando o prato e pessoas digitando no teclado). Muita gente não consegue tolerar nem o som, nem o sinal visual da mandíbula alheia se mexendo. Já li casos de crianças que gritam durante a refeição porque não conseguem tolerar o som da mastigação, ou até mesmo de pessoas que sofrem porque odeiam o som delas mesmas mastigando. E, como mencionei, o pior de tudo isso? Falta de empatia por parte dos outros. Não se preocupe, você não está sozinha nessa! o

  • Vicente Aguiar

    Olá agentes!

    Primeiramente, acho importante vcs trazerem livros menos famosos pro cast, como é o caso de Brandon Sanderson no Brasil (nada contra fazer só com livros famosos mas é um diferencial trazer livros diferentes, como o Drone Saltitante).

    Quero agradecer vcs por terem me introduzido ao mundo de audiobooks, me ajudou bastante na rotina de pegar quase 5h de onibus por dia. O último audiobook que eu ouvi foi a edição de 10 anos de American Gods, com full-cast production. Foi minha primeira experiencia com um audiobook desse tipo e achei sensacional, uma pena que deve ser caríssimo fazer.

    • Olá Vicente!

      Bem, fazemos o que podemos! Na verdade a gente procura comentar livros mais famosinhos apenas quando temos algum assunto que queremos discutir e que não necessariamente se restringe ao livro em si (como tentamos fazer na época em que gravamos o episódio de A Culpa é das Estrelas).

      E que bom que audiobooks funcionaram para você. Acho que depois que eu comecei a escutar audiobooks, eu quase não tenho mais escutado músicas no caminho para o trabalho ou no meu tempo livre. Não é incrível como eles economizam tempo?

      Com relação aos achievements, eu tenho a leve impressão de que a galera da Amazon já está trabalhando nisso. Considerando que eles acertaram esse aspecto no Audible…

  • Gabriel Augusto

    Fala agentes, teve um cara aqui no Brasil que começou a gravar um audio drama de o nome do vento mas teve problemas com a editora, mas deixou gravado um capitulo demo, achei que ficou bem legal, vou deixar o link abaixo para vcs ouvirem:

    https://soundcloud.com/lohan-nobre/o-nome-do-vento-audio-drama-demo

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