No episódio de hoje Melanie, Proto e Thiago concluem a trilogia Mistborn primeira Era!

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O Herói das Eras

  • My feels T_T

  • Tem spoilers do 3° livro? Já li, mas minha namorada ainda não.

    • Tem mas colocamos um break antes e avisamos também. Contanto que ela pare de ouvir quando falarmos que vai começar os spoilers do 3o. livro ta tudo bem 🙂

  • Isa Prospero

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    Fala, Thiago e Melanie!

    Esse cast me deixou com vontade de reler a trilogia. Como vcs disseram, deve ser incrível pegar todo o foreshadowing. Sobre a questão do Brandon revelar muita informação no final do livro, é algo que ele mesmo admitiu ser um problema (só que geralmente ele fala que isso aconteceu na primeira versão de Elantris, embora claramente seja algo que ainda apareça em Mistborn, rs).
    Quanto à religião, também acho genial o modo como o Brandon aborda o assunto nesses livros – mas minha parte preferida é como isso evolui na era 2 (e segundo o Coppermind, os livros de Wax e Wayne são era 2 já). Adoro o modo como a figura da Vin é vista naquela era e o efeito que isso tem na sociedade.
    E Melanie, eu comecei a chorar nesse livro na mesma hora que vc. Depois que cabeças saíram rolando, foi só lágrimas :'( Gosto da teoria que o Elend se sacrificou, e achei incrível como isso faz a Vin fazer o que é necessário. Também achei ótima a observação do Proto sobre a evolução dos personagens em cada livro e como Vin e Elend passam a se transformar em lendas nesse. Muito bem notado!

    Abraços para todos!

    • Fala, Isa!

      Eu sempre fico confusa com relação ao lance das eras de Mistborn, eu podia jurar que Wax & Wayne era um interlúdio para a Era 2, e que a Era 2 seria um universo mais steampunk, mas também não reclamo se W&W for a Era 2 propriamente dita, porque isso significa que a Era 3 está a caminho e eu quero MUITO ver como a história vai se desenrolar em um universo que é muito mais familiar com o que nós conhecemos… ou não! Não sei ainda se o Brandon pretende fazer escrever uma história baseada no nosso mundo atual ou se ele pretende criar uma coisa completamente nova, como ele fez na série Reckoners e em Firstborn. Só nos resta esperar!

    • Felipe Proto

      Isa,

      Obrigado 🙂 Ainda estou para ler a segunda era. Quero muito ver como as referências ficam, e como a história, que nós sabemos como é “corretamente” vai degradar e virar lenda

  • Ouvi até o Break para não pegar spoilers, o livro deve sair por aqui nesse fim de ano, leio e volto aqui. =)

    • Ficamos no aguardo, Keny!

  • Timóteo Rezende Potin

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    Acho esse livro excelente, fecha maravilhosamente a saga, mas na minha opinião, o Brandon comete alguns deslises nele. Ele se repete demais em alguns pontos (Eu já estou lendo o terceiro livro da série, não preciso que vc me explique de novo como funciona alomancia e ferruquemia). Além disso, obrigado Melanie por me fazer ver algum sentido nessas cenas, mas não consigo engolir o mundo acabando e a Vin e o Elend perdendo tempo em bailes. Eu sempre disse que o livro dois e três só são do tamanho que são porque o Kelsier morreu no primeiro, pq se o Kelsier tivesse continuado vivo, o livro 2 teria umas 25 páginas e o 3 umas 100.

    Ah, sobre o Sazed (que foi meu personagem favorito desde o primeiro livro) ser o Hero of Age, eu peguei isso desde o livro dois. Eu já tinha descartado a Vin pq estava muito na cara e era óbvio que ia rolar um “plot twist” em cima disso. Minhas suspeitas foram logo para o Sazed (e eventualmente eu cheguei a cogitar o Spook, a.k.a. The Daredevil of Scandrial), mas quando eu comecei a ler as epígrafes do terceiro livro ficou óbvio que era o Sazed. A Vin nunca seria capaz de escrever um texto daqueles.

    Agora, óbvio que os pontos altos desse livro (principalmente dps que a Vin é presa no meu ver) compensam e muito os pontos que me incomodaram. Uma das melhores trilogias ever. 5/5 pra esse livro e pra série.

    Já fica logo o embalo para fazerem o cast sobre a segunda era de Mistborn, que eu apesar de só ter lido até o Shadows of Self acho pau a pau (talvez até um pouquinho melhor) com a primeira.

    Ah, convidem o Proto para mais programas. Não que vocês dois não deem conta sozinhos (o cast sempre fica excelente!) mas a terceira opinião adiciona muito na discussão.

    “Ainda bem que esse é um livro YA, se não o Sanderson passaria páginas descrevendo os problemas do Spook com ejaculação precoce.” PROTO, 2016.

    • Fala, Timóteo!

      Com relação ao que você comentou com relação aos bailes, eu na verdade consigo entender por que aquela cena está onde está mesmo que o mundo esteja naquela condição calamitosa: assim como em Warbreaker e Elantris, ainda que exista uma condição mais global que envolve a um evento capaz de destruir o mundo, ainda existe aquela parcela da população que insiste em não dar crédito a isso. Inclusive, é isso que sempre me faz questionar a condição dos imigrantes no mundo inteiro: o mundo inteiro está em caos. Como existem pessoas incapazes de enxergar isso? Ao mesmo tempo que temos eventos de níveis catastróficos, sejam eles naturais ou não, ainda temos uma parcela do mundo que vive confortavelmente e que não quer abdicar do conforto que adquiriram, independente se o vizinho deles está morrendo de fome no inverno rigoroso. E eu acho que é aí que entra a relevância da cena do baile: ao mesmo tempo em que a Vin e o Elend precisam evitar com que os desastres sobrenatural causem um impacto muito devastador, eles também precisam lidar com a parte burocrática, com políticos confortáveis em seus divãs macios saboreando de suas taças de vinho geladas. Isso reduz um pouco a velocidade com que os problemas são resolvidos? Provavelmente sim. Se o Kelsier resolveria isso rapidamente? Provavelmente sim. A questão é: a que custo ele faria isso? Valeria a pena o preço? Nós mesmos pudemos ver como o poder se dividiu no terceiro livro com o problema que o Spook teve que lidar. Independente do Kelsier resolver o problema de maneira rápida, eu acredito que os problemas remanescem. O tanto de coisas que já li me levam a crer que nenhum estado de paz é eterno, infelizmente.

      Com relação à série Wax & Wayne, penso que faremos um episódio dedicado à série inteira assim que for lançado o livro que fecha a suposta Era 2. A razão pela qual não fizemos um episódio para cada livro é que… para ser sincera, eu não gostei tanto dela. =X Não que eu OMG NÃO GOSTEI, DETESTEI, mas ela não me impactou tanto quanto a Era 1, caindo em clichês em que eu não imaginava que o Brandon Sanderson cairia. Isso não incomodou o Thiago, mas acabou me deixando um gosto amargo. Mas não se preocupe, ainda assim a Era 2 tem seus méritos e pontos muito interessantes para serem discutidos, sobretudo com relação à evolução do sistema de magia.

      Quanto ao Proto, não se preocupe, ele ainda vai dar as caras em vários outros episódios!

    • Felipe Proto

      Timóteo,

      O livro é realmente repetitivo, mas acho que esse martelamento foi de propósito, querendo que o leitor tenha em mente todas as características da magia, e não só o seu funcionamento: o custo de se usar Alomancia e Ferruquemia, por exemplo, e suas ligações com as entidades, que podiam ter sido perdidas pelo leitor mais ligado em ação.

      Sobre eu voltar: Espero que sim. Antes dos 75 anos 🙂

    • Vicente Aguiar

      Eita, vc achou melhor a era 2 do que a era 1? Pra ser sincero nunca vi ninguém falando isso hahaha. Eu gosto muito da ação da era 2, é como se cada livro fosse um filme blockbuster com orçamento absurdo pras cenas de ação :p

  • Vicente Aguiar

    Olá Agentes, ótimo episódio como de praxe.
    Quando baixei o epi achei que não fosse comentar muita coisa por não lembrar de tudo que acontece no livro mas as minhas anotações ficaram grandes, pra variar 😛
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    – eu realmente preciso reler essa trilogia, eu reli o primeiro no começo do ano mas quero de novo já e de preferencia continuar pro resto também. sinto que vou entender muito mais coisa tendo lido a era 2 e sem ter que me preocupar em entender o PLOT em si, e me atentando aos detalhes;

    – acho muito foda a brincadeira que o sanderson fez de o ato mais heroico que o heroi pode fazer é tomar o poder do poço pra si e não abrir mão dele, contrariando toda a moral social etc. inclusive o ruin deve ter tido papel fundamental na criação desses valores em scadriel em primeiro lugar;

    – o atium via demorar 200 anos pra crescer de novo e curiosamente (será?) a era 2 de mistborn se passa mais ou menos 200 anos dps do final de hero of ages…

    – também tenho o trauma do Thiago com lost e com dexter também. essas obras que tem final ruim ou que se extendem demais antes de acabar me fazem apreciar mais histórias fechadas. amo a primeira temporada de true detective em parte por ser basicamente um filme de 8 horas, sem continuação e sem necessidade do canal ganhar mais dinheiro ou da editora vender mais livros. acho o final de mistborn um dos finais mais satisfatórios de séries de livros;

    – entendo o problema do Proto com a galera nao saber dos koloss mas é repetido varias vezes na trilogia sobre a repressão absurda dos academicos. além disso, como a Melanie bem comentou a história só se passa em luthadel, basicamente, onde também é repetido que o lord ruler tem um controle bem maior que no resto do império;

    – o que eu acho foda da vin em todos os livros é que apesar de ela ser uma ÓTIMA mistborn ela tem q ser absurdamente criativa pq tanto os inquisitors quanto o zane, por exemplo, têm bem mais experiencia e força bruta física que ela;

    – sem citar a vin, que obviamente é minha personagem preferida (de todos os livros do sanderson, inclusive), o que eu mais curto é o marsh. ele foi tudo ou nada pela causa, o nível de comprometimento dele tenha sido talvez maior até que o do Kelsier;

    – realmente, mistborn era 2 é basicamente 1.5. o sanderson quis escrever uns livros mais divertidos entre a era 1 e 2 e enquanto tá escrevendo a primeira parte (5 livros) de Stormlight, se não me engano. PORÉM tendo lido os 3 lançados até agora eu acho que ele transformou em algo muito maior, pq tem mt coisa importante pro cosmere;

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    Enfim, peço desculpas pela formatação, normalmente eu reescrevo as anotações que eu faço enquanto ouço mas o sono tá falando mais alto.
    Demorei pra ouvir o cast pq tinha certeza que ia acabar querendo reler AGORA e adivinhem? quero reler agora. Estou num período de releituras, “tirei” o resto do ano pra me focar em reler The Long Way to a Small, Angry Planet (que indiquei pra vcs, inclusive estou relendo-o nesse momento e só reforço minha recomendação, o livro vai funcionar tanto pra Melanie quanto pro Thiago) e Stormlight Archive.

    Abraço

    • Fala, Vicente!

      Se te deixa mais feliz, esse episódio foi gravado tendo como base tudo que esquecemos de falar no primeiro episódio. Conversa vai, conversa vem, editamos o podcast e quando ouvimos a versão final acabamos percebendo que mesmo com o episódio gigante ainda assim não tínhamos falado de tudo que queríamos, então… ¯_(ツ)_/¯

      [SPOILERS]
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      Isso foi justamente um dos aspectos ótimos da releitura: quando eu reli o primeiro livro, descobri que o TenSoon já tinha dado as caras antes, mas tipo, ele foi mencionado UMA vez, no finalzinho do livro, conversando com o pai do Elend. Eu NUNCA teria pego esse detalhe nas CNTP. O Brandon foi muito maroto fazendo isso.

      Eu gosto de como o Sanderson sempre trabalha com essas pequenas quebras de expectativa: coisas a que estamos tão habituados a ver feitas de um jeito em tantos outros livros que acabam sendo o completo oposto nos livros dele. Acho que uma das razões pelas quais ele tem tanto do meu respeito é justamente isso: ele é o autor que eu gostaria de ser um dia!

      Essa do atium, eu juro que não tinha me tocado. Pra mim, o ciclo tinha se quebrado completamente no final da trilogia e o atium tinha simplesmente deixado de existir. Mas agora que você falou, é uma possibilidade sim!

      Com relação à Vin (e todos os outros personagens, para falar a verdade), isso é até algo que provavelmente acabou sendo podada na edição: o Proto disse que foi uma pena que o truque das flechas não foi usado mais de uma vez, bem como o truque do pó de metal e tudo o mais, mas uma coisa eu tenho que dizer: eu vibrava a cada vez que me era apresentada uma nova maneira de usar a alomancia, usando vantagens e fraqueza ao favor de quem estava lutando!

      E, como sempre, nem esquente com a formatação, as idéias estão super entendíveis! o

      • Vicente Aguiar

        Verdade, eu mesmo tendo relido já, não tinha me ligado que o TenSoon aparece, olhaí como é bom reler.

        Outra coisa também dessa trilogia que quebra as nossas expectativas: no começo do primeiro livro, parece que o problema do Lord Ruler é algo que vai ser resolvido só no final da série, eu não tava entendendo nada quando as coisas estavam caminhando rápido já no final do primeiro livro.

  • Hercilio H. S. Júnior

    Brandon Sanderson is love. Só recomendo que o Secret history seja lido depois da trilogia do Wax e Wayne. Sobre as trilogias: Serão quatro em Scadrial – como a Melanie falou, a trilogia Wax e Wayne não “entra” pras 3 eras. Sobre a pergunta que ficou no final, do mundo futurista e como será: já existe uma short story dele chamada Sixth of the Dusk que, segundo ele, acontece já na época das viagens interestelares que imo existe essa “ligação” muito boa entre a fantasia e a “space opera”.

    • Fala, Hercilio!

      Bem lembrado. Na verdade, Secret History fica bem interessante depois que você leu praticamente tudo que o Brandon Sanderson escreveu, o que inclui Warbreaker e Elantris, mas também acho que seria sacanagem da nossa parte dizer que “para aproveitar plenamente o Secret History, você tem que ler TUDO que o Brandon escreveu até agora”, mesmo porque tem gente que não consegue/não gosta TANTO assim dele.

      Agora, Sixth of Dusk é algo que me deixa meio com um pé atrás para dizer que tem elementos de Space Opera. Para mim, ele tem uma pinta muito mais medieval. PODE SER que eu tenha essa impressão dada a maneira como o Sixth se vira na ilha, mas não sei. Eu acho que em termos de Space Opera, Firstborn seria um exemplo melhor. Eu imagino que os Space Opera deles vão seguir um estilo bem… Firstborn + The Reckoners. Independente, estou ansiosa para ver qual será o resultado!

  • Matheus Aquino

    Eu não sei se amo os agentes ou os odeio. Como um fornecedor de fortes entorpecentes, vocês vieram. Falaram de Brandon Sanderson e como ele era incrível, falaram de mistborn e todo seu resplendor em enfrentar as consequências, e, como um pato, eu cai.
    Terminei de ler o último livro da primeira era hoje. Não existem palavras que possam descrever o vazio em meu peito. Preciso de mais. Kkkkkkkk
    Agora, é incrível como a parte de spoilers não estraga os acontecimentos do livro. Eu ouvi o podcast inteiro antes de ler o book e, mesmo assim, me surpreendi. No Heroi das eras a jornada e tão ou mais importante que o final.

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