Neste episódio Melanie, Thiago e Felipe Proto discutem sobre essa excepcional obra de Patrick Rothfuss.

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O Temor do Sábio, Patrick Rothfuss

  • Petrus Augusto

    Essa série de livros, é muuito bom!! Ótimo cast, vcs, passaram o mesmo sentimento que tive ao ler estes livros!! Muito bom!

  • Timóteo Rezende Potin

    Adoro esse livro, um dos meus favoritos de todos os tempos, mas acho que não vou poder fazer nenhum comentário decente porque faz tanto tempo que eu li que eu nem me lembro direito dos detalhes, só do enredo. Na verdade, estou LOUCO para reler esses dois livros (a propósito, foi pelo episódio do primeiro livro que eu conheci o cast de vcs e ao fim daquele episódio eu decidi que precisa reler esses dois urgentemente, mas o Brandon Sanderson não deixou). Agora eu só estou esperando alguma pista do lançamento do terceiro para reler.

    • Timóteo Rezende Potin

      Acabei de ouvir agora. Gostei muito desse programa. O melhor de vocês, junto com o episódio de Stormlight Archive. Cara, definitivamente vou reler esses livros logos. Vou aproveitar pra pegar o audiobook e ler ele em inglês pra me acostumar à escrita do Rothfuss é não estranhar quando sair o terceiro pq eu não vou aguentar esperar sair em português.

      Thiago, o livrinho da Auri já saiu tem mais de um ano. Eu gostei bastante, mas vou avisar logo que não tem absolutamente NADA de parecido com os outros dois livros. Tem uma pegada completamente diferente.

      E sobre autocontrole, me lembro que eu li esse livro em 2 semanas. Acho que eu não tenho nenhum. Mas isso eu já sabia. Li/ouvi os últimos 30% de Words of Radiance (que dá umas 350 páginas 17h de áudio) em 2 dias.

      E Melanie, Kaladin tá vendo essa relação sua com o Tempi =)

      SPOILERS
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      Como eu disse, não lembro muitos detalhes da história, mas achei que faz sentido a teoria do Tempi com o Kvothe, mas acho que o Kvothe não se toca disso. Seria quase um sexo unilateral. Lembrar disso me fez morrer de rir imaginando que pro Tempi, o Kvothe sentar em volta da fogueira e é tocar uma música seria o equivalente na nossa sociedade de um cara (ou uma mulher) sentar em uma fogueira e casualmente começar a se masturbar. Tive uma crise de riso imaginando a situação.

      Minhas partes favoritas do livro foram o choque cultural que a gente tem quando o Kvothe chega na terra dos Ademre. Achei genial. E o confronto do Kvothe com o Cthaeh. Lembro que na época que eu li eu achei esse ser tão fantástico, tão genial que dps que eu li essa parte eu e tive que parar um tempo pra refletir sobre aquele ser. Definitivamente quero ver mais dele.

      • Fala, Timóteo!

        Hehe, o Kaladin sempre vai ser o dono do meu coração, mas tem espaço nele para o Tempi!

  • Isa Prospero

    Oi, caros! Que cast ótimo, vcs me deixaram com vontade de reler o livro. Li há alguns anos então não posso comentar em detalhes, maaaas me lembro de tê-lo achado um pouco desnecessariamente longo. Eu sei, sacrilégio, mas vcs não acharam toda a parte da Feluriana enrolação demais? rs. De todo modo, gostei mais do que o primeiro livro, embora nada consiga fazer eu me interessar pelo Kvothe e pela Denna (concordo com vc, Melanie: ela é uma boa personagem mas esse romance deles… ou falta de… gente, já deu isso). E sabe que não lembro o que pensei ao ler a parte da viagem, mas aprovo sua teoria sobre o Tempi e o Kvothe (amo sofrer, hahaha). Ele é tão fofo <3
    O que quero MUITO para o terceiro é saber como o Bast entra na história. Será que um dia veremos esse livro?

    • Fala, Isa!

      Olha, eu não achei a parte da Felurian enrolação mas, comparada com tudo o que estava acontecendo até então (sobretudo porque aquilo foi praticamente um “sidequest”), eu achei que aquela foi uma das partes que eu achei menos interessantes do livro. Para ser bem sincera, maior parte dos trechos do livro que envolvem as aventuras românticas do Kvothe eu não acho muito divertidas (tanto que eu achei que o finalzinho dO Nome do Vento um tédio).

      Tempi é amor. Eu queria falar muito mais coisa a respeito dele no podcast, mas não consegui pensar em uma maneira de fazer isso sem parecer uma fangirl histérica, então acabei deixando pra lá. Mas talvez um post no blog seja interessante. Hm…

      Eu estou DOIDA para saber como o Kvothe e o Bast se conhecem, mas pelo visto só quando chutarem o Kvothe da universidade. =/

      • Isa Prospero

        Fala, Mel 🙂 Vim ouvir esse cast de novo depois de reler os dois livros. Cara, engraçado como minha percepção mudou nos 5 anos desde que li pela primeira vez. As coisas que me incomodaram da primeira vez (Feluriana e a falta de resolução com a Denna) não me irritaram dessa vez, talvez porque eu esperasse que fossem chatas. A parte com Feluriana foi mais rápida do que eu me lembrava, e achei a Denna mais simpática também – ou eu fiquei mais compassiva em relação a ela. O Rothfuss descreve os abusos que ela sofre e como ela se vê/a falta de autoestima dela de um jeito muito sutil e verossímil. A cena em que ela salva a garota é realmente fenomenal e bem pesada. Mas eu tb não gostei do final do Nome do vento, focado tanto nela e no Kvothe, então acho o segundo livro melhor por ter menos foco nela, de modo geral.
        Novamente gostei muito da parte em Ademre. Tempi é amor, vc não ficou triste porque ele nunca aprendeu a tocar o alaúde, no fim das contas??? rs ele nem teve tempo de aprender direito.
        Também lembrei com força de como. eu. amo. o. Elodin. Cadê minha novela do Elodin, Rothfuss? Eu lembrava das cenas das aulas dele (uma das minhas partes preferidas) mas tinha esquecido das outras aparições dele mais pro final (a parte do telhado hahahahah) e como ele passa a ensinar o Kvothe mais sistematicamente. Adoooro as interações deles. E a cena dele em que a Fela faz o anel de ferro foi ben fofa, dá pra ver que o Elodin se importa com todo mundo – e é legal ver alguém além do Kvothe ter um momento de destaque nesses livros. E sabe o que eu queria muito? Ver Elodin e Devi numa cena juntos. Por eles serem algumas das pessoas mais fodas da Universidade, acho que seria fantástico.
        Além disso:
        – Sou time Meluan tia do Kvothe. E que merda tem na caixinha dela? Eu sou curiosa demais pra aguentar essas coisas.
        – Gosto muito do Kilvin também! E o Lorren – a cena em que o Elodin vai na janela dele exigir que o Kvothe seja permitido nos Arquivos é ótima. Adoro como o Lorren é totalmente impassível.
        – As partes dos Archives foram muito boas mesmo, toda a questão dos sistemas de arquivamento é fascinante. Também gosto das partes em que a Fela se torna mais amiga dos rapazes (ela e Sim são lindinhos <3).
        – Who the fuck is Bredon, no fim das contas? A gente nunca descobre onde ele está na hierarquia de Vintas, né?
        – Li uma teoria de que o Kvothe mudou o nome verdadeiro dele e por isso não consegue mais fazer as coisas que fazia (baseada naquela cena em que ele pergunta ao Elodin sobre pessoas que mudam de nome, e o Elodin fica muito assustado – claramente não foi algo jogado).
        Enfim, meu amor pela série está renovado e agora tenho que esperar de novo pelo próximo 🙁

  • Vicente Aguiar

    Olá agentes!
    Ótimo episódio, esse ficou realmente muito bacana. Convidem mais vezes o Proto, acrescentou bastante.
    Antes de fazer um breve comentário sobre o livro, só quero deixar uma sugestão: não acho que livro que é continuação de uma série precise de parte sem spoiler. Acho que engessa o assunto por muito tempo. Ao mesmo tempo, quem leu só 1 livro e tá afim de ouvir é interessante, então não sei…

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    1- Leiam o livrinho da Auri, É completamente diferente dos 2 primeiros (como o Timóteo comentou) mas é muito interessante.
    2- Sobre a Devi… Ah, a Devi… É minha personagem preferida (depois da Auri, essa não tem concorrencia) e sinceramente eu acho que ela ganharia do Kvothe fácil. Na cena do confronto (que é a minha cena favorita da série inteira, diga-se de passagem) ela diz que o Kvothe quer fazer algo que nem o Master Sympathist conseguiu. Quero muito ver um backstory dela e do confronto com o Elxa Dal, deve ter sido absurdamente foda.
    3- Achei engraçado que voces não se incomodaram pela parte da Feluriana, é uma crítica bem comum ao livro (e pra ser sincero não me incomodou também quando li).
    4- Fiquei com uma vontade absurda de reler o livro, já reli o primeiro no final do ano passado/inicio desse, e a leitura continua muito prazeirosa, meta pra esse ano definitivamente é reler o temor do sábio (quem sabe em audiobook…)

    No mais, sem mais!

    • Felipe Proto

      Vicente,
      Muito obrigado pelo elogio!

      1) Tá na fila! Só que estou seguindo a Vin, no momento, então preciso de um tempo pra parar e voltar para o Rothfuss…
      2) Eu quero mais é ler um livro de lendas daquele mundo! Imagina, algo que você encontraria na Library, contanto o que as pessoas acreditam e ficando para nós imaginarmos o que tem no fundo?
      3) Eu achei que aquilo foi o momento de baixa produtividade do Kvothe depois de tanta coisa rolar. A parte não me incomoda, mas poderia ter sido mais curta. Fica um borrão na minha cabeça. Tanto que esquecemos de mencionar o encontro com o destino dele…
      4) Eu sugiro muito fortemente o audiobook 🙂

  • Heverton Daniel

    Agora estamos todos embriagados pela história do Kvothe, doidos querendo mais, imagina o cronista como está lá, presente com o próprio aventureiro narrando tudo!

    Vocês são dmais! Nao canso de repetir isso, a cada episódio vcs nos trazem tudo que leitores para leitores deveriam trazer, ô coisa agradavel ein! Vou flutuando no ônibus, as vezes rindo sozinho, e concordando algumas coisas com a cabeça, etc, enqto eu escuto vcs!

    Uma coisa que vcs não mencionaram e eu estava esperando muito, era sobre o baú do que fica perto da cama, o alto valor do mesmo e o que ali dentro tem. E parece que vcs tbm não focaram bastante no Chandriano, nenhuma teoria até agora? Sobre os Amyr, sobre a coisa toda sobrenatural, fiquei esperando vcs comentarem 🙁

    Enfim, ótimo podcast, foi muito bom ouvir vcs falarem do livro que mais amo e convidar tbm outra pessoa pra engrossar o caldo e render bastante o epi.
    Saibam que vcs mandaram a saudade bater aqui na porta e eu estou lutando para não cair na tentação de ler tudo dnovo, agora, quero ler novamente apenas quando eu tiver o 3º em mãos, mas está sendo uma tortura evitar a leitura imediatamente…

    Abraços!

    • Felipe Proto

      Heverton,

      Pessoalmente eu não comentei do baú por que ele não avança em quase nada o plot. O que tem ali certamente é relevante, mas aquela cena toda é uma evolução de personagem, o que já está bem estabelecido que o Patrick sabe fazer de maneira excelente. Mas sim, é uma cena extremanete interessante.

      PS: IMHO, o baú está cheio de roupa suja 😛

  • Daniel Buccini

    Vcs poderiam fazer um episódio sobre o livro “A canção do sangue” por Anthony Ryan.
    (o audiobook tbm é muito bom)

  • Rodrigo Almeida

    Vocês citaram audiobooks do livro, onde poço achar em português? Se tiver.

    • Felipe Proto

      Rodrigo,
      Ao meu conhecimento, esse livro não tem uma versão audiobook em pt-hue

  • Izaias teodoro

    Que podcast sensacional, muito obrigado pro comentarem, e achei sensacional a teoria do Ambrose ser o rei que o Kvothe matou. Uma outra coisa, não sei se o foi o Tiago ou o Felipe que citou que quer ler a novela sobre a Auri que o Patrick iria lançar no fim desse ano. Na verdade esse livro já foi lançado em Janeiro, chama A Música do Silêncio, e é muito bom, tem 100 pgs, vcs bem que poderiam comenar sobre ele também.

  • Diachinni

    Sou novo por aqui e já gostei bastante do que ouvi! Uma pequena coisa, demorei um pouco pra pegar os termos que vocês usam em inglês, como quando se referem ao alaúde por exemplo, mas entendo que é por vocês lerem tudo em ingles.
    Fizeram um ótimo trabalho!

  • Anna Bazanni

    Onde eu encontro o audiobook? Ja tenho os dois livros e estou iniciando o segundo agora… Mas queria ter essa experiencia do audiobook tambem…

  • Andreiver

    Excelente podcast. Sugiro ler The Lightning Tree um conto sobre o Bast

  • Andreiver

    Existe uma canção no primeiro livro no período em que o Kvothe é criança. Ele canta essa música e a mãe dele meio que dá uma bronca nele. Essa canção meio que confirma a teoria de que a Meluan é a tia do Kvothe.

    • Leonardo Schabbach

      Isso. Ela mandava ele dormir embaixo do trailer. Em inglês o último verso é:

      Not a tally a lot less.

      Se ler rápido, Natália Lotless

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