Episódio 46 – O Nome do Vento

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O Nome do Vento

  • Vicente Aguiar

    Fala pessoal!
    Já peço desculpas pelo comentário: vai ser grande.

    Antes de começar a falar sobre o livro, uma coisa que gosto muito do ADL é que vcs falam sobre livros em inglês que não foram lançados aqui ainda, como é a realidade da maioria dos livros do Sanderson. Acho que ouvir o podcast de vcs pode ser um ótimo incentivo pra quem não lê em ingles tentar começar.
    SPOILERS DO PRIMEIRO LIVRO:
















    Agora sim.
    (obs: na tradução, o Chronicler é Cronista)
    Devo dizer que gostei muito do livro. Já no começo percebi que eu provavelmente ia gostar muito e desacelerei a leitura pra aproveitar mais cada parte.

    Achei muito boa a escrita do Rothfuss, principalmente na hora de descrever as dificuldades do Kvothe. Quando a trupe dele é morta e ele passa o verão na floresta e depois em Tarbean morando nas ruas, dá pena dele. Inclusive, como não gostar do Trapis? Ele mal aparece na história mas marca. Acho que qualquer pessoa que tenha feito/faz faculdade se identifica com o Kvothe na Universidade (pelo menos no Brasil). Ele tendo que estudar tudo o que pode pra ser o melhor possível e ganhar dinheiro logo, considerando ficar sem comer ou voltar a dormir nas ruas pra pagar a taxa da Universidade, até fazendo estágio na Fishery meio que sem ganhar nada mas tendo que mostrar trabalho, são basicamente versões medievais do que acontece hoje em dia com o estudante médio.

    Detalhe: o Kvothe realmente não precisa de dinheiro na timeline atual da história. Ele tem um baú de madeira que é basicamente mais cara que ouro, a mesma madeira que ele usa pra fazer a base da espada dele, que o cara que fez mal conseguiu moldar. Além disso, na hora de pagar por isso e pela roupa de ferreiro usada que ele compra, a narração deixa claro que ele não precisa de dinheiro.

    A cena que o Kvothe se joga do telhado do hospício (e a cena anterior, que o Elodin usa o nome da pedra pra quebrar a parede) foi responsável por eleger o Elodin a um dos meus personagens favoritos. Um gênio absurdo e completamente maluco. A Auri também tem um pouco disso, mas vcs têm que descobrir quando forem ler A Música do Silêncio. (Por sinal, se preparem pra ter uma história narrada pela Auri. A escrita é completamente diferente tanto dos outros 2 livros da série e de qualquer livro normal, por assim dizer).

    Sobre a Denna, concordo que as cenas que ela aparecem são meio chatas mesmo, mas acredito que seja porque o próprio Kvothe fica retardado quando está com ela. Acho que é efeito comum em garotos de 15 anos, até pelo fato de ela ser muito mais experiente que ele, ele fica tentando compensar isso e tem as cenas que não dão em nada.

    Gostei da comparação do Thiago com o Ambrose e o Joffrey. Acho que amamos odiar o Joffrey pois ele PELO MENOS tem a mãe maluca e é filho de incesto (várias vezes em ASOIAF citam que metade dos Targaryen são malucos por causa disso), não tem um background favorável. O Ambrose não tem essa desculpa, é simplesmente filho da puta.

    Vou concordar com a Melanie, a parte do Draccus eu achei chata, mas mais especificamente a parte que eles acham a resina de denner e a Denna (e esses nomes parecidos?) fica drogada. A cena que o Draccus está na cidadezinha e o Kvothe tem que pensar rápido pra resolver essa merda é bem interessante e tensa. Mas gente, vcs falando que acharam estranho ter um dragão na história, acho que se esqueceram do Chandrian e do próprio Bast! Existe um REINO inteiro de fadas e faunos e criaturas mágicas na história, que no segundo livro vai ser mais explorado mas que o autor já deixa bem claro nesse (o Fae).

    Pra equilibrar, vou discordar da Melanie em um ponto. Não acho que se o Kvothe tivesse aceitado entrar no quarto da Fela ou tivesse investido nela ele teria se APROVEITADO da situação ou sido cretino, ela claramente estava afim dele e não se preocupando em esconder muito.

    Acho que é isso. Desculpem pelo comentário gigante, mas esse é um dos meus livros preferidos. Alguns personagens se destacam mais no próximo livro, como a Devi (que é A minha personagem favorita) e a Auri, espero que façam episódio sobre o Temor do Sábio e falem mais sobre elas.
    Enfim, ótimo episódio, começaram 2016 com o pé direito. Abraços!

    • Fala, Vicente!

      Imagina, comentário comprido não é problema algum, muito pelo contrário! ACHO que significa que fizemos um episódio com pontos bons o suficiente para serem discutidos!

      Mas vamos lá: nós sempre pedimos desculpas pelo que parece ser uma “restrição” ou uma “seleção” dos ouvintes justamente porque já recebemos alguns comentários e e-mails reclamando justamente disso: “mas vocês só falam de livros em inglês! Não leio livros em inglês! Não consigo comprar livros em inglês porque eles são caros!”. Por mais que a nossa proposta seja exatamente essa, de atrair o interesse de mais pessoas para os lançamentos internacionais, não dá para deixar de sentir aquela certa pontada de culpa: será que estamos soando elitistas? Será que estamos soando restritivos ou qualquer coisa assim? Não sabemos. Foi até pensando nisso que elaboramos o formato atual do podcast.

      E agora, SPOILERS!!
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      Uma outra razão pela qual o Joffrey é um personagem um pouco mais “fácil” de tolerar é o fato de ele ser um calhorda, MAS se considerarmos o primeiro livro da série A Song of Ice and Fire, o Joffrey era relativamente educado e “gentleman” com a Sansa. Claro, mais tarde ele acabou revelando sua verdadeira face (e até isso acaba se tornando um traço bem intrigante da personalidade dele), mas outra observação legal é que o Joffrey não costuma ser um calhorda com as pessoas que ele acha que vão beneficiá-lo de alguma forma. Ele era um calhorda com a Sansa por ela ser a “filha do traidor, e a irmã do outro traidor”, mas era relativamente gentil com a Margaery. Eu gostava muito de ver a relação dele com a Cersei: ele tentando o tempo todo provar à mãe dele que ele era muito capaz (mesmo que não fosse) e a Cersei, ainda que demonstrasse espanto com a audácia dele, ficava toda empertigada porque julgava que aquela infantilidade era um símbolo muito claro de força de caráter.
      Voltemos agora ao Ambrose: desde a primeira aparição até a última menção a respeito dele no livro, ele não fez NENHUMA ação que o humanize. NENHUMA. Ele é, de fato, um personagem odioso, mas esse sentimento que nutrimos contra o Ambrose chega a ser nocivo. Tipo… ele não é um personagem que cria um conflito de sentimentos, ele está lá para ser odiado “with no rhyme or reason”. Ele é um personagem coerente, muito bem construído, mas não é um personagem que eu considero bacana ou até mesmo legal de odiar. É tenso. =/

      Com relação ao Draccus, continuo batendo o pé para defender o meu ponto de vista, nem tanto pela existência de seres “mágicos” distintos do mundo como o conhecemos, mas porque até então, mesmo que saibamos da existência de outros seres fantásticos, considerando até mesmo o próprio Bast, eu ainda acho que o Bast segue muito as regras de um mundo que nos é muito mais palpável. Como posso exemplificar melhor?.. digamos assim: o Bast não fez algo que seja muito fora dos padrões da construção da história em termos gerais. Okay, temos o Chandrian, que se estabelece como a entidade sobrenatural que nós meio que aceitamos que está além do conhecimento humano, mas ainda assim se enquadram na “proposta” do livro. Por isso também que eu achei que a aparição do Draccus foi muito súbita. Mas eu relevo, mesmo porque o Kvothe lê um livro sobre essas criaturas no meio do livro.

      Com relação ao caso da Fela, eu diria que esse lance do envolvimento do Kvothe com ela enquanto apaixonado pela Denna é muito mais birra da minha pessoa do que qualquer outra coisa. Eu concordo que, dada a personalidade do Kvothe, ele provavelmente não tentaria nada que a Fela não quisesse fazer, mas a essa altura da história eu já estava tão irritada com a enrolação da relação Kvothe/Denna que eu meio que torci para os dois se decidissem logo o que queriam sem que houvesse a interferência de um terceiro elemento entre eles.

      Obrigadão pelo comentário! 😀

      • Vicente Aguiar

        É, se tem mais gente falando o contrário fica difícil, mas é que é foda também, ler um livro FODA que só tem em inglês e ter que esperar alguma editora BR resolver lançar pra falar sobre? Se vcs lessem só livros em português não teria jeito, mas como os 2 lêem em inglês acho que é inevitável.

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        SPOILERS
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        Realmente, o Joffrey ainda tem essa questão. Até ele virar rei, ele pelo menos tenta se controlar, até por estar cercado pela família. Mas também tem algumas coisas que facilitam pro Joffrey ser menos odioso: temos POV da Cersei quando ela está com ele. A essa altura o GRRM já deixou bem claro que os personagens não são confiáveis pra narrar a história e tem algumas diferenças propositais de descrição etc., então a Cersei narrando ações do Joffrey tenta ver algo melhor nele do que quando é POV do Tyrion ou da Sansa. Já com o Ambrose, pra começar ele está completamente livre de qualquer rédea que os pais poderiam puxar. E ele é esperto o suficiente pra evitar os professores da Universidade. Além disso, ele SÓ aparece quando o Kvothe se encontra com ele e esse encontro sempre leva aos dois se confrontando…

        Aquele livro sobre o Draccus é o primeiro que o Kvothe lê na Universidade, enquanto esperava a galera do Tomes levar os livros sobre o Chandrian que ele tinha pedido. Ele menciona também que foi o próprio Devan Locchees que escreveu o livro, e em um dos interlúdios o Cronista diz que foi atrás de uma lenda e encontrou um lagarto gigante. Acho que tinha prestado atenção nisso pois tinha estranhado no começo mesmo, então não achei tanta surpresa assim ele aparecer.

        Se servir de consolo, a Denna aparece menos no próximo livro.

        Abraço

        • Não só o lance de ter que esperar alguma editora resolver lançar o livro: e se ela resolver não lançar? É mais ou menos o que acontece com a primeira trilogia Mistborn, que adoramos tanto e tudo o mais… não temos nem sinal do terceiro livro. E agora? Foi falta de interesse por parte da editora? Talvez as vendas não tenham sido um sucesso? Ou será que houve complicações com os contratos com o autor? Talvez o contrato tenha vencido e a editora não tem mais interesse em continuar publicando a série? Temos não só problemas com preços e incertezas, como também com a falta de transparência das editoras para com os leitores (ou, no caso, os consumidores, visto que é assim que somos enxergados).

          De novo para os SPOILERS!!
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          Exatamente, eu acho que o Ambrose é, de certa forma, um vilão que personifica o mal supremo. Ainda que ele tenha sido construído de uma forma boa o suficiente para fazer com que o personagem seja absolutamente odioso, não existem nuances com relação à moralidade dele. A justificativa para os atos dele são todas “porque eu quero” ou “porque eu posso”. Novamente, dentro do contexto da história, funciona. Mas puxa vida, o livro inteiro, o tempo inteiro? Caramba, CHEGA!! Tantas outras coisas acontecendo e o leitor está sendo obrigado a ter que acompanhar essa rixa de adolescente que não tem previsão de acabar em momento algum? Puxa vida!

          E sim, serve de consolo, embora eu esteja extremamente curiosa para saber quais foram as circunstâncias em que o Bast conheceu a Denna. Prometo que, mesmo que o capítulo do podcast sobre O Temor do Sábio não saia ainda este ano (embora eu acredite fortemente que ele vai sair), garanto que vou ler o segundo livro antes de 2016 acabar!

          • Vicente Aguiar

            Foi por isso que fui atrás de aprender a ler em inglês! Não dá pra depender de todos esses fatores e o mercado americano é muito maior que o nosso, lá tem muita coisa que não vende tanto mas é publicada. Aqui, se não faz sucesso eles já abandonam. Isso realmente é foda de depender.

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            SPOILERS

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            Concordo com vc, o Ambrose enche o saco. Se servir de consolo de novo, ele também aparece menos no Temor do Sábio. (E eu fico com a impressão que se o Ambrose quisesse, ele acabaria com o Kvothe, como fez quando comprou os donos das tavernas pro Kvothe não tocar)

            Já estou com pena de vcs se juntando a nós pra esperar o 3º livro… Ainda bem que temos o Nosso Senhor Salvador Sanderson

  • Andre Garcia

    Fala pessoal.
    Adorei o cast.
    Sou suspeito para falar de A CRONICA DO MATADOR DO REI, é o meu livro favorito, principalmente o segundo O TEMOR DO SABIO, mas falando sobre O NOME DO VENTO tem uma coisa que eu sempre quis perguntar, ou conversar, com alguem q tivesse lido o livro e vai ser pra vcs. È SPOILER

    Vcs perceberam que la naquela parte do Dracus, um pouco antes, eles encontram um caipira. Quando esse caipira vai aparecer a Denna se assusta, o kvothe manda ela esperar, ela fala que nao vai esperar pq foi o que o mescenas dela disse na noite passada. Vcs perceberam que nessa hora ela fala o nome do mescenas dela e o kvothe, assim como muitos leitores, nao perceberam o que ela falou. Ela chamou ele de……

    GRIS ou seja o mesmo nome do homem do chandriano que fala com ele no dia do assassinato dos seus pais.
    E relendo o livro tbm percebi que kvothe consegue varias vezes dar nome, ou descobrir o nome, de certas coisas e pessoas e elas ficarem mais suscetiveis a ele. Exemplo o cavalo, ao qual o enganaram como sendo de raça, ele da um nome e o cavalo faz um percurso que nao faria por ser um pangaré, tanto que o comerciante que compra o cavalo depois nem acredita nele quando diz o tanto que o cavalo andou. Outro exemplo, a menininha que conta do vaso do chandriano, ela diz toda timida que o nome dela é Verania e kvothe diz – Aposto que te chamam de NINA – e ela se abre toda para ele. Tem varios outros exemplos, relemdo o livro vc percebe.

    • Fala, Andre!

      Uma das coisas que eu escutei com mais freqüência com relação a esse livro é justamente que, a partir do momento em que você decide reler o livro (depois de ter lido todos os outros), você começa a prestar atenção em várias coisas que o Patrick Rothfuss “escondeu” na história. Dito isso, eu juro que eu achei que o nome do homem com quem a Denna conversou soou muito familiar, mas na hora eu não tinha me tocado de quem era ele.

      E, de fato, o Kvothe dá nome a muitas coisas, mas a impressão que eu tive, lendo dessa primeira vez, foi que ele talvez só tenha uma habilidade muito superior de lidar com certas situações. São coisas que eu achei fáceis de acreditar justamente por conta da criação do passado do personagem, que por sinal foi muito bem feita!

      Obrigada pelo comentário!

    • Vicente Aguiar

      Cara, vc tem certeza dessa parte do Gris? Procurei no livro e achei a parte que isso acontece, mas ela fala ASH mesmo…

      • Pior que eu acho que o Vicente ta certo mesmo. Acabei de conferir aqui no capítulo 73 chamado “Pegs” na versão em inglês e a Denna fala “Ash” mesmo.

        • Lucas Albuquerque

          Como assim? Tradução gerando controvérsia na história? Aff!

          Run to the hills, run for your lives!

      • Andre Garcia

        Ela fala o nome do Gris nao é só nessa hora nao, ela fala o nome do Gris tres vezes e o Kvothe nao percebe. Pelo menos na minha versao, eu li em portugues mas acho que uma coisa dessas nao era pra ter diferença.

        • Vicente Aguiar

          Fiz a busca aqui no meu livro em pt no app do Kindle e realmente ela fala Freixo Gris, mas pela busca foi só essa vez. Mas na edição em inglês ela só fala Master Ash, então acho que foi alguma coisa na tradução…

          • Andre Garcia

            Cara, pelo que eu pesquisei, o Patrick Ruthfus participa diretamente das traduçoes de seus livros, acho eu que isso nao foi de graça. Eu nao sei ingles mas nas minhas pesquisas pelo que eu entendi o ASH tem alguma coisa relacionado a cinzas assim como FREIXO, GRIS ou CINDER nao entendi direito, por isso que na traduçao teve esse joguinho, pq nao dava pra relacionar as coisas como no original.

      • Heverton Daniel

        Teve erro não, foi a tradução de Ash pra Gris mesmo, e tem tudo a ver com o significado em inglês, o qual levaria para aquela relação do Mecenas para o Vilão, e isso para o Gris na edição em Português.
        O vilão apenas alterou o nome com o mesmo significado.
        Teve essa “baguncinha” na tradução mesmo maaas, se for analisar direito e também lendo o segundo livro, o Patrick quis que isso acontecesse sim…

  • Lucas Albuquerque

    Fala Melanie e Thiago,

    Primeiramente, sejam bem vindos a 2016! Fico feliz em começar esse ano com o pé direito, ouvindo um episódio sobre O nome do Vento!

    Se não estiver enganado, li os dois livros em 2013 em português e de forma sequencial e minha memória está me pregando peças na hora de seprarar os dois volumes. Portanto, evitarei comentários sobre o mesmo: não quero dar spoilers sem querer!

    By the way, lembram quando comentei algumas vezes que não gosto de ler sagas que não tenham ainda todos os livros terminados? Voilá! Foi por causa do nosso amigo Rothfuss! Imaginem minha frustração lá em 2013 em saber que não tinha nem previsão do livro 3! LOL!

    Passando rapidamente pelo livro em si, concordei com seus comentários sobre “Kvothe, não!”, com a falta de saco para a Denna, com a raiva absurda do Ambrose e com diversos outros pontos que colocaram esse livro como um dos meus preferidos.

    Foi fantástico relembrar esses momentos ouvindo o episódio, e com certeza o Nome do Vento e o Temor do Sábio estão na minha lista de re-leitura…assim que nosso amigo Mr. Rothfuss decidir lançar o livro 3.

    Abraços!

    Ah! inclusive eu gostei mais do livro 2!

    • Fala, Lucas!

      Você não está sozinho na jornada de não querer ler livros que ainda não foram concluídos e, por um lado, eu entendo isso. O próprio Thiago já mencionou várias vezes que é difícil se colocar em uma situação em que você se envolve com uma história e personagens bons e tem que passar ANOS na agonia da espera do próximo volume. Às vezes você tem a sorte de conhecer autores que fecham bem um volume de uma série *cofcofBRANDONSANDERSONcofcof*, mas na maioria das vezes eles gostam mesmo de deixar um gancho no final da história, o que nem sempre é uma coisa bacana. Para ser sincera, eu consigo desencanar relativamente fácil, então não sou um ponto de referência muito bom, mas entendo a dor e o sofrimento de quem tem que esperar!

      E bom saber que você gostou mais do livro 2. Chegou a ler os dois outros? Talvez daqui a alguns meses a gente vai fazer um episódio sobre todos eles!

      • Lucas Albuquerque

        Pois é, desencanar é algo complicado; ainda mais da maneira que terminei o livro 2!

        Eu imagino se Patrick Routhfuss tivesse a mesma disciplina do Mr. Sanderson…LOL!

        Quanto aos livros da série, li somente os que foram publicados em 2011 no Brasil.

        Abraços!

  • Marcelo Carneiro

    Parabéns a dupla , se comunicam bem . Devo dizer q esse foi o primeiro podcast q ouvi .

    Gostei muito, pois considero os livros dessa série , os melhores q já li ,adoro muitos outros ( crônicas

    saxônicas , com Uhtred , Harry potter , os livros do Conn Igulden , principalmente sobre Gengis Khan ) ,

    mas gosto demais desses personagens (kvothe ,Elodin, Bast) , nesta ordem .

    Agora estarei aguardando, o podcast sobre o Temor do sábio .

    P.s. Já li 2 xs os 2 livros e pretendo ler mais uma, antes do terceiro.

  • Oi Melanie e Thiago!

    Fazia mtos anos que não ouvia nenhum podcast, mas o Agentes foi o que me fez retomar esse hábito. Gosto da dinâmica entre vocês. Ainda não li nenhum livro do Brandon Sanderson, mas a empolgação dos dois é tanta que acho que não passa deste ano xD

    Como adorei O Nome do Vento (e a continuação também), estava ansiosa para ouvir este episódio. Não vou comentar sobre o livro em si porque, como o Lucas Albuquerque, não quero correr o risco de soltar spoilers sem querer. Gostei de terem falado bastante do paralelo entre a vida real e a estória e das quebras de expectativa… É o que me faz gostar desta série.

    Ah, e obrigada pela aula sobre o universo masculino, Thiago! 😉

    • Oi Luana, que bom que gostou do nosso cast! Não esqueça de apontar qualquer coisa que poderia ser melhorado e pode ficar tranquila que já estamos planejando a sequência de episódio.

  • Wilker Sousa

    Fala, Pessoal!
    Adorei o podcast de vocês… Confesso que não conhecia, até o Cabulosocast… Mas quando descobri vocês falando sobre meu livro favorito… Não resisti… comecei por este mesmo. Mas, ja estou preparando uma maratona de todos os episódios! ahaha’
    Parabéns pelo trabalho!

    • Muito obrigado Wilker! Espero que os primeiros episódios não te assustem muito. 😀

  • Herikson

    Fala, Agentes!

    Antes de tudo, gostaria de parabenizá-los pelo excelente programa, conheci vocês por conta do CabulosoCast da Torre Negra e desde então estou ouvindo os anteriores.

    Sobre o programa em questão… O nome do Vento… É um dos meus livros favoritos, o segundo livro… O Temor do Sábio… Aumenta (e muito) a história, desde mundo a evolução do Kvothe. Patrick Rothfuss é um artista com as palavras e escreve de uma forma única. O que mais me fascina no livro é como as características e gostos dos personagens fazem parte de quem eles realmente são, Kvothe ama a musica e atuar, e é incrível como esses fatos o tiram ou o colocam em confusão, mas não alteram sua essência.

    Denna é como é por necessidade de sobrevivência, o problema, é que fez tantas vezes isso que mal reconhece quem é de verdade. Simmon e Willem são uma dupla incrível, e que mesmo de suas formas singulares, respeitam e fazem o que podem para ajudar a Kvothe, mesmo que precisem se colocar em risco.

    Auri é encantadora e é impossível não sentir afeto por ela, dona de uma bondade e inocência cativante. Elodin eu gostaria de ter como professor, vive em um mundo só dele e enxerga o que outros não conseguem ver, além de ser extremamente engraçado e debochado.

    Bast é o discípulo que por amar e admirar seu mestre e faz de tudo (e tudo mesmo) para que ele encontre nele mesmo toda a coragem, força e determinação que uma vez já teve.

    Mais uma vez parabéns pelo ótimo programa e continuem firmes e fortes. Agradecimento especial pela indicação de Brandon Sanderson, estou lendo a Trilogia Mistborn e ansioso (demais) por Stormilight Archive.

  • Alan Moore Da Periferia

    Olá Melanie e Thiago, meu nome é João Felipe, acompanho vocês a pouco tempo, e digo que meu final de ano foi melhor na companhia do podcast.
    Terminei agora a tarde “O Nome Do Vento” e tive muitas impressões parecidas com as suas, estou começando a ler Fantasia ou literatura fantástica como queiram, e tenho me anestesiado com estórias maravilhosas. A base comparativa que tenho é somente a literatura realista, por qual sou fascinado, então não percebo muitos deslizes criativos que os escritores fantásticos tem. E venho apreendendo com vocês, minha lista já contem alguns livros já mencionados por ambos, inclusive o famoso Brandon Sanderson, que pretendo ler no máximo nesse primeiro semestre.
    Sem mas delongas, em meu círculo de amizades não tenho alguém que leia fantasia, já tentei indicar, mas não surtiu efeito, não insisto mais haha. Então é bom saber que tenho aqui, um lugar pra fervilhar minhas visões de alguns livros desse gênero. Obrigado 🙂

    • Fala, João Felipe!

      Que bom que pudemos não apenas acrescentar algo na sua vida, como também recomendar livros de seu interesse! Temos praticamente só lido livros de fantasia ultimamente, então acho que você vai se sentir à vontade com os próximos episódios do cast! Entendemos o drama que é querer falar sobre livros de fantasia e não ter com quem fazê-lo, sobretudo porque eles quase sempre estão contidos em volumes gigantescos (as séries do George R. R. Martin mandam um abraço), então achamos que seria uma idéia interessante criar um pequeno refúgio para fãs deste gênero (e de todos os outros)!

  • Heverton Daniel

    Foi um livro que eu tbm tinha que parar e pensar sobre tal cena de tão impactante que era. E uma das que mais me marcaram foi da moeda que ele ganhou quando estava numa rua fria e cheia de neve, as duas pessoas mascaradas o deram e depois ele perde e não consegue achar, o desespero dele foi passado pra mim, não sei como, foi muito triste….

    O caso de Denna e Kvothe no primeiro livro a gente deixa passar por pensar ser romancezinho de adolescentes e as vezes até acha meio chato, mas quando chega no segundo livro e percebe que ali tem tantas coisas escondidas, tantos mistérios… ao finalizar o segundo livro eu pensei “não, eu tenho que reler o primeiro, deixei passar muuuita coisa” mas acontece que eu gostei tanto desse livro que recomendo e emprestei pra alguém e sumiram com ele, toda vez que me lembro desse livro na loja ou alguém comentando sobre, eu fico morreeendo de vontade de reler tudo dnovo.

    A ambientação do livro é prazerosa, eu sinto falta do telhado frio onde o Kvothe morou, do chão áspero que os pés deles inchavam de dor, dele trapaceando o dono da loja para ter uma roupa boa, ele bebendo água dos cavalos, da voz dele ao cantar e de suas risadas com amigos, de suas burrices na faculdade e descobertas na mesma, suas vitórias e derrotas, sua visão para o dia de amanhã e suas esperanças tão reais. Cara, eu peguei esse livro pra nadar e fui só indo mais e mais para o fundo chegando pensar que fazia parte dele, até ler a última página.

    Então eu fico com aquela sensação gostosa que até foi mencionada no livro, aquela sensação depois do sexo, depois de nadar muito, uns trem assim, fico sim com saudades.

    E cada livro satisfaz até o outro mostrar que vc está enganado e não está satisfeito o suficiente, “volta lá que voce vai tirar mais coisas!”

    Muito bom, acho q o cast de vocês deveriam ter durado algumas horas e não minutos kkk (prometam isso para os próximos livros do Pat!)
    E aconselharia o Thiago ler o livro e não escutar, a magia da escrita do Rothfuss tem grande efeito ao ler e não escutar por outra pessoa, eu acho. Pediria para pelo menos tentar uma leitura do livro novamente e vê o que acha para poder encontrar o melhor método e poder usar nos livros seguintes, pois a história é Fantástica e devemos retirar tudo aquilo que pode deixar ela com uns pontinhos a menos ou que atrapalhe ela funcionar de fato.

    Tudo, cada detalhe daquele livro quando eu trago da minha memória para lembrar, eu fico flutuando com elas, lembranças tão doces e divertidas.
    “Credo!” alguns diriam “É apenas um livro!” bem, é apenas um livro que pude VIVER e que sinto muitas saudades…

    Ah, e para a Melanie que apaixonou pelo Bast, o conto dele é incrível! Muito bom ter conhecimento de pelo menos um dia normal da vida dele! Leia, é bem curtinho!

    Abraços! Vocês são dmais!

    • Fala, Heverton!

      Que bom que você gostou do episódio! Acredite, a gente queria falar bem mais a respeito do livro, tanto que a versão original do audio devia ter um pouco mais de duas horas, mas ao mesmo tempo que gostamos da história, também achamos justo deixar a galera respirar um pouco. Afinal, uma hora e meia já é MUITO tempo para um podcast! Ou não?

      Com relação ao conto do Bast, The Lightning Tree, eu já o escutei em audiobook e gostei bastante dele. Uma pena que só tem aquele conto, eu não reclamaria em saber de que outras traquinagens ele apronta quando o Kote não está por perto!

  • Izaias teodoro

    Conheci o site de vcs hoje atraves de um post em um grupo do Facebook dedicado a fãs de o Nome do Vento e tal, fui escutar o podcast e achei sensacional, vcs dominam muito o assunto, vou escutar o do Temor do Sabio e tentar escutar os outros também. Já dando um palpite, kkkkk, vcs pretendem fazer um pod sobre Os Pilares da Terra?

    • Fala, Izaias!

      Que bom que você gostou do episódio!

      Por ora, não temos planos para fazer um pod sobre o livro que você mencionou, mas pode ter certeza de que, se acharmos o livro interessante, faremos um episódio a respeito!

      • Izaias teodoro

        De uma pesquisada sobre, é otimo, e muito elogiado.

  • Andreiver

    O Dracus é citado antes no livro. O Cronista/Chronicler é autor de um livro que fala sobre os hábitos dos Dracus

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