Neste episódio, Melanie e Thiago abrem o jogo para fazer todos ficarem de cabelos em pé!

Randômicos

Leituras da Semana

Para Ler

Opiniões Impopulares

  1. Uma série/livro popular que você não gosta.
  2. Uma série/livro popular que todo mundo parece odiar, mas que você ama.
  3. Um triângulo amoroso em que o/a personagem principal não acabou com quem você queria.
  4. Um gênero de livros populares que você não costuma ler.
  5. Um personagem popular que você odeia.
  6. Um autor/a popular que você não consegue se interessar.
  7. Um clichê que você está cansado de ler.
  8. Uma série ou livro popular que não tem interesse de ler.
  9. “O livro é melhor que o filme”. Diga um livro ou série que você achou o filme melhor que o livro.
  • Isa Prospero

    Olá, caros! Adorei o cast ~polêmico~

    O Silmarillion é uma leitura que realmente exige muuuuita paciência mesmo, haha. Eu acabei gostando por tudo que significa e a ampliação do universo do Tolkien, mas não é aquela leitura gostosa.

    Não li nem Crepúsculo nem Jogos Vorazes, mas só de saber que o livro/a série tem triângulo amoroso já fico com preguiça.

    Leio poucas biografias, mas as que eu li se aproximavam tanto de romances que acabei gostando muito. Acho que depende muito do autor.

    Odiar o Frodo não é impopular, vamolá. Acho que eu gosto do Frodo ainda mais por ele ser tão odiado, hahaha. Ele não é o herói mesmo, mas o “herói” clássico é mais o Aragorn, não? (Não desprezando o lindo do Sam, é claro!)

    Li um livro de contos do Lovecraft e gostei de modo geral, mas horror não é meu gênero preferido meeesmo. Um autor popular que eu odeio: Terry Brooks. Não sei quão popular ele é de fato, mas já vi muita gente elogiando Shannara e meu deus, pior livro de fantasia que já li na vida. Só cheguei até o final pra fazer a resenha xingando. rs

    E não vou nem falar nada dessa blasfêmia contra Orgulho e Preconceito. (Por mais que eu ame o filme/minissérie, o livro é um dos meus preferidos ever.)

    Beijos!

    • Olá, Isa! o/

      Ah, você também tem preguiça de triângulos amorosos? Eu diria que Jogos Vorazes conseguiu fazer isso de um jeito um pouco mais interessante. Enquanto na série Crepúsculo isso parece ser a base da história, em Jogos Vorazes ele é apenas um conflito a mais. O foco da história continua a ser nos aspectos do evento dos Jogos. Mesmo assim, saber que ele existe pode ser desanimador para muita gente que busca por uma coisa um pouco mais original.

      Quanto a Orgulho e Preconceito, os motivos que me fizeram desgostar do livro nem eu mesma sou capaz de entender. Talvez seja justamente o fato de que eu li A Abadia de Northanger antes, um livro que parece ter uma história muito mais fluida e agradável ao meu gosto, e Orgulho e Preconceito acabou soando como uma história que não sai muito do lugar (embora as cortadas da Lizzy para com o Mr. Darcy ainda assim sejam algo divertidíssimo de se acompanhar). Já o filme consegue pular essas partes que me arrastaram e resumir a história de um jeito que eu achei muito mais palatável. Mas… fazer o quê, tem gente que gosta!

  • Achei até estranho falar do Frodo, na minha opinião todos viam ele como um cara que não seria o herói, eu particularmente concordo com o Tiago, o herói de Senhor dos anéis é Sam.

    Quanto ao Lovecraft puts, dê uma chance novamente ao rapaz, tente pegar o Charles Dexter, se não gostar desse realmente você não irá gostar de mais nada dele.

    Em relação ao Percy, dei chance à dois livros dele e realmente me parece um rip-off de Harry Potter, quase me bateram uma vez quando falei isso à um fã.

    E a Melanie poderia narrar livros, eu ouviria ?

    • Eu juro que considerei seriamente a possibilidade de comprar a versão em português de Mistborn e gravar eu lendo. D:

      • Não sei se você conseguiria, acho que iria rolar muito chororô! ^_ ^

        • Como assim, eu adoraria fazer a voz do Reen e do Kelsier. D:

          Nah, brinks, a Vin é praticamente a minha pessoa, só que mais mau-humorada. :B

  • Simone

    Meu gosto mais impopular é não ter gostado de A Culpa é das Estrelas, achei o jeito do John Green escrever ruim mesmo e a história bem pré adolescente. Dei 3 estrelas se não me engano pq valorizo ele ter falado sobre câncer, apesar de achar isso tb uma boa jogada de marketing, mas não acho muito isso qdo o vejo falando. E tb dei 3 estrelas pq minha categorização é mais light do que a de vcs, pra mim um livro ganha 5 estrelas qdo não tenho nada a reclamar dele, não precisa ser o livro da minha vida rsrsrsrs.
    Tb não achei nada em Comer, Rezar, Amar que muita gente adora. Acho que agora vou ler 50 Tons de Cinza pra aumentar minha lista dos populares que eu não vejo nada de interessante… 😉

    • Eu acho que A Culpa das Estrelas é um caso bastante de opiniões diversas. Eu conheço muita gente que gostou e muita gente que não achou lá grandes coisas. Pessoalmente, eu até achei legal da primeira vez que eu li o livro, embora não tenha achado tudo aquilo que diziam. Depois que vi o filme, resolvi reler o livro e devo dizer que eu acabei gostando mais da releitura do que da primeira leitura, coisa que nunca tinha acontecido comigo desde então! Mas realmente, entendo as pessoas que não tenham gostado muito do livro. Pessoalmente, eu não achei a caracterização dos personagens tão boas, mas a partir do momento em que passei a relevar isso, a história acabou se transformando em algo muito mais agradável!

      Quando a 50 Tons de Cinza, eu JAMAIS condenaria uma pessoa que leu o livro, ao contrário do que muitos possam pensar de mim, mas não o achei um livro particularmente bom pelo mesmo motivo que não achei Crepúsculo particularmente bom: protagonista com a qual não consigo me conectar, elementos clichês que eu particularmente não admiro e, honestamente, não achei que o livro foi bem escrito. Ambos os livros repetem MUITO diversos termos, sobretudo relativos às características físicas dos personagens (e nisso eu até acho que 50 Tons de Cinza é um pouco melhor que Crepúsculo). Ainda assim, aguardo suas opiniões a respeito!

      • Simone

        Ah eu esqueci de dizer que achei que o filme deu uma ótima arrumada em A Culpa é das Estrelas. Talvez vc tenha razão, uma releitura pudesse mudar tudo, mas vou precisar trabalhar em mim o que John Green despertou pra entender essa ira pelo pobre coitado kkkkk.

        • Uma coisa que talvez também tenha te incomodado com relação ao livro é a maneira com o John Green trabalhou os diálogos: você percebeu que a Hazel e o Gus não soam muito como adolescentes? Eu cheguei a mencionar isso no episódio em que falamos sobre A Culpa é das Estrelas, mas depois que gravamos o episódio, eu fui dar uma pesquisada nos reviews para entender o que as pessoas não gostaram no livro e muitas delas mencionaram que os diálogos soam muito dissonantes com a idade dos personagens. Eu achei isso bem… diferente. Não achei necessariamente ruim porque achei os diálogos muito próximos da maneira como eu falo na vida real (incluindo o próprio estilo de humor do livro).

          Não sei se tudo isso que eu falei é algo inerente ao estilo de escrita do John Green ou se foi algo exclusivo desse livro. Preciso ler mais livros dele para saber!

          • Simone

            Eu me incomodei bastante no começo do livro pq não conseguia esquecer que era o John falando, parecia que o discurso não encarnava a Hazel sabe como? Mas acho que o que mais me irritou no livro é que não achei que a mensagem compensou o sofrimento. Chorei como condenada pq a história é só desgraça e cadê aquela coisa que fez valer a pena, aquilo que vc diz “a vida é cheia de desgraças, mas ainda vale a pena ser vivida pq é maravilhosa”. Aquela cartinha dele no final não me satisfez sobre isso e fechei o livro com aquela sensação de a vida é uma merda. Já achei que isso foi melhor trabalhado no filme. Acho que o JG não soube explorar bem isso na história, não soube montar esse cenário de fechamento. Livros alcançam nossa alma e é um pecado entrar, fazer um estrago e não fazer um bom curativo. Claro eu sei que pra mim, que já tive câncer de tireóide, essas histórias vão pegar mais fundo e talvez seja por isso que me irritou demais… O fato é que por enquanto não tenho a menor vontade de experimentar ler outra coisa dele. Magoei kkkk. (Meu santo que viagem… 😉

          • Acho que cada experiência com cada livro é bastante pessoal e, como o Thiago comentou em algum dos podcasts anteriores, a experiência de uma pessoa jamais será a mesma que a de outra, então acho que o que você disse com relação ao livro é bastante válida. Pessoalmente, eu gosto bastante de livros que seguem a tendência um pouco mais “realista” das coisas. Já tive parentes que tiveram câncer e o que eu posso dizer que tirei de lição deste livro é aquele lance de que “alguns infinitos duram mais do que outros”. Ou seja: as situações pelas quais você passa, as experiências que você vivencia talvez tanto valor quanto um desfecho feliz. Não existe aquela frase “eu prefiro morrer jovem a viver 1000 anos sem ter te conhecido”? Acho que A Culpa é das Estrelas seguiu essa vertente muito mais do que “a vida vale a pena ser vivida”.

            Um outro livro que parece seguir as linhas do livro nesse quesito é o próprio “O Caçador de Pipas” do Khaled Rosseini: ambos lidam com esse sentimento de angústia e arrependimento. Talvez até mesmo o próprio Querido John, do Nicholas Sparks. Acho que todos têm uma abordagem bastante interessante de problemas que não necessariamente têm um desfecho holywoodiano lugar-comum, mas ao invés de passar a lição nos últimos capítulos, eles o fazem no decorrer da própria história, com a maneira como os personagens lidam com as situações e como eles convivem com os próprios erros. Talvez o final “em aberto” que não parece tão satisfatoriamente feliz seja justamente um sinal de que, para eles, a luta ainda não acabou!

          • Simone

            Melanie o que me incomodou não foi o final em si, o que aconteceu com os dois não me incomoda e aliás eu não acho que foi um final aberto como vc diz. Eu não gostaria mais do livro se o final fosse do tipo “felizes para sempre” e jamais preciso disso no final de um livro. Aliás, seria nada a ver um final desses, daí acho que eu daria uma estrela rsrs Eu acho que ele poderia ter explorado de maneira melhor o simbolismo de tudo isso, achei o simbolismo pobre comparado com todo o sofrimento que o leitor vivencia. Apenas um simbolismo mais bem cuidado já teria me agradado mais 😉

  • Simone

    Ah e eu quero acrescentar algo sobre os livros de Auto ajuda. Sou psicóloga atuante há 15 anos e por muitos desses tb tive preconceitos com esse tipo de livros, até eu descobrir que muita coisa boa é classificada assim. Vou dar um exemplo: Transforme Seu Cérebro, Transforme Sua Vida, um título totalmente “venda-me o máximo que puder”, mas o livro mostra o trabalho de pesquisas do autor sobre o efeito das drogas no cérebro ou sobre como é o cérebro da pessoa com TDAH por exemplo, dentre outras várias informações, além de sugerir exercícios para ajudar em certos problemas… tem muita coisa boa assim disponível por aí que pode ser tb classificado como autoajuda. E se eu for listar livros sobre maternidade então não páro mais. Hoje em dia sou totalmente a favor das pessoas lerem e tirarem as próprias conclusões sobre o assunto, afinal não existe nenhuma verdade absoluta em nada. Até mesmo do pior livro do Mundo ainda se pode espremer bem e tirar alguma coisa útil. 😛

    • Eu na verdade não tenho preconceitos contra livros de auto-ajuda (ou qualquer livro, na verdade, contanto que ele não promova preceitos que vão contra meus princípios morais). Assim como qualquer outro tipo de informação, acho que todo conhecimento que você adquire é útil, contanto que você saiba como utilizá-lo, e livros de auto-ajuda são um agregado de informações que podem ou não servir ao seu propósito. Acho que livros de liderança, por exemplo, embora não sejam de tamanha utilidade para mim, são motivadores excelentes. O próprio livro A Arte da Guerra é bastante útil nesses termos. Como você mesma mencionou, é bem válido cada um ler e decidir o que é melhor para si!

  • J|F

    Olá, encontrei vocês ontem, procurando podcast sobre literatura. Gostei dos 2 episódios que ouvi, e percebo que ambos são leitores “vorazes” haha.
    Eu não tenho (pré conceitos) literários, até pelo fato que comecei a gostar desta arte, um pouco tarde, aos 19 anos, e por incrível que pareça, foi Paulo Coelho quem me fez um leitor. Li quase todos os seus livros, e pelo momento que estava passando na época, ele me foi um grande amigo, com suas estórias ou histórias travestidas de auto ajuda. Enfim, hoje tenho 23 anos e Paulo é um caminho que não sigo mais, nesse tempo passei de literatura clássica que é meu grande amor, a fantástica e até Hqs como watchmen, V de vingança. E conheci a literatura Russa que é a melhor que encontrei pra min, com Dostoievski e Tolstoi, até li muitos clássicos mundiais como Goethe, Gorki, Oscar Wilde, Stendhal, Voltaire, Dante, Miguel de Cervantes, Balzac entre outros.
    Não deve existir literatura ruim, pois ler é o que importa, seja bula de remédios ou até um calhamaço de 3.000 páginas. Hehe

    PS: Posso parecer maluco, mas foi esta arte que me fez sair de um mundo, que provavelmente acabaria morto. Por isso sou e sempre serei fã de ler.

    • Opa, tudo bem?

      “Vorazes” é um termo meio intenso para nós ainda, haha! Eu diria que somos leitores constantes e disciplinados!

      Na minha opinião, todo método de literatura que não promova comportamentos e valores amorais é válido, independente da dita “qualidade” do livro. Inclusive, eu sempre me perguntei por que diabos a galera guarda todo esse rancor por Paulo Coelho! Na época em que eu lia os livros dele, lembro que eu achava a prosa dele muito agradável, sobretudo se comparado aos autores que eu tinha que ler por obrigação! Autores como ele são excelentes, talvez não pelas obras em si, mas pelo fato de eles tornarem essa mídia muito mais acessível às pessoas que não estão acostumadas com ela.

      Mas é isso aí. Leitura, admitimos, pode não ser uma tarefa tão fácil logo de cara, mas não há como negar que ela é a entrada para mundos muito além dos que podemos imaginar!

  • Arthur Oliveira Alves

    Uma série/livro popular que você não gosta.
    A guerra dos tronos
    Uma série/livro popular que todo mundo parece odiar, mas que você ama.
    Crepúsculo (vampiros x-men são legais só a purpurina é meio chato kkk)
    Um triângulo amoroso em que o/a personagem principal não acabou com quem você queria.
    O clã dos magos.
    Um gênero de livros populares que você não costuma ler.
    Romance
    Um personagem popular que você odeia.
    o pequeno príncipe
    Um autor/a popular que você não consegue se interessar.
    Anne Rice.
    Um clichê que você está cansado de ler.
    No final o protagonista esta louco e tudo foi alucinação.
    Uma série ou livro popular que não tem interesse de ler.
    A serie divergente.
    “O livro é melhor que o filme”. Diga um livro ou série que você achou o filme melhor que o livro.
    A garota da capa vermelha e como menção especial V de vingança

  • Heverton Daniel

    “E quer me adicionar por algum motivo bizarro que eu não sei qual q seria” kkkkkkkk
    Magnus Chase é bom, eu tinha lido o primeiro de Percy Jackson e não rolou, entao esperando bem pouco desse herói da mitologia nórdica eu consegui me divertir, é engraçado e bem aventurazinha a todo o momento, uma boa opção para descontrair e sair da zona de conforto.
    A trilogia A Primeira Lei foi a qual eu não tive nem 10% do que todo mundo teve ao ler. Gente, não achei espetacular, bom e nem ruim, não achei nada, livros tão seila, apenas li, foi um conteúdo lível (não sei nem que termo eu coloco).

    Vocês são dmais! Deveriam tirar o Jô da TV e colocar uma bandinha pra tocar essa abertura, deixar vcs entrarem e fazerem o programa de Agentes do Livro com a presença de vcs dois falando de livros por 50 minutos e depois 20 minutos com um convidado especial e depois 40 dnovo só vocês falando de livro e depois eternamente… kkkk só fico pensando nisso quando escuto a abertura do cast…

  • @hialee

    Uma série/livro popular que você não gosta. Não é que eu não goste, mas não tenho interesse nas crônicas de gelo e fogo, e como e muito comentada, as vezes dá até nos nervos.

    Uma série/livro popular que todo mundo parece odiar, mas que você ama. Galera que foi forçada a ler Dom Casmurro tende a odiá-la. Li porque quis e amei.

    Um triângulo amoroso em que o/a personagem principal não acabou com quem você queria. Na trilogia estilhaça-me. Fiquei com tanta raiva fui lendo só os diálogos do livro.

    Um gênero de livros populares que você não costuma ler. Espirita.

    Um personagem popular que você odeia. Não é que é ódio, mas que é chato é. Frodo.

    Um autor/a popular que você não consegue se interessar. G RR Martin

    Um clichê que você está cansado de ler. Garota songamonga se apaixona pelo cara misterioso arrrggggg

    Uma série ou livro popular que não tem interesse de ler. As cronicas de gelo e fogo novamente. Pelo menos, agora não. Quando o povo esquecer dela um pouco, talvez eu dê uma chance.

    “O livro é melhor que o filme”. Diga um livro ou série que você achou o filme melhor que o livro. A trilogia senhor dos aneis. Amo os filmes, mas os livros foram 3 anos de tentativas pra conseguir ler tudo. Enquanto que o hobbit é um dos meus livros preferidos e já reli umas 3 vezes.

  • @hialee

    Thiago sobre Lovecraft, eu não li, mas talvez seja como eu me senti lendo Poe. Não entrei no clima da coisa. Depois vendo no youtube alguns contos narrador e com música sinistra e principalmente o Curta metragem Vincent do Tim Burton, eu comecei a ler ele de outra forma. Volta e meia leio algum conto, sempre com uma playlist do tema. Quando eu for ler lovecraft já sei que vou fazer o mesmo.

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