No episódio de hoje Melanie e Thiago perdem o controle e abusam do seu tempo falando quase duas horas sobre a série preferida deles: Stormlight Archive!

Stormlight Archive

Vida antes da morte – Um Radiant visa defender a vida, sempre. Ele nunca mata desnecessariamente, e nunca arrisca sua própria vida por motivos fúteis. Viver é mais difícil do que morrer. O dever do Radiant é viver livre.

Força antes de fraqueza – Todos os homens são fracos em algum momento de suas vidas. The Radiant protege aqueles que são fracos, e usa sua força para os outros. A força não o faz um soberano; o faz capaz de servir.

Jornada antes do destino – Há sempre várias maneiras para alcançar um objetivo. O fracasso é preferível a ganhar através de meios injustos. Não vale a pena matar um inocente para proteger dez. No final, todos os homens morrem. Como você viveu será muito mais importante para o Todo-Poderoso do que o que você realizou.

Sobre os livros

Veja o post da Editora Aleph sobre a publicação da série Stormlight Archive.

  • Lucas Albuquerque

    Fala Pessoal!

    Mais um episódio muito bom! dá pra ver a paixão presente no tom de voz vocês! Pena que como não tinha lido nenhum dos dois livros no momento que o ouvi, e fiquei com um episódio curto (+- 30min)…

    [Voltando ao assunto do livro]

    Como comentei pelo Twitter, terminei o Way of Kings a alguns dias atrás e a cabeça até agora está atordoada. Apesar de ser um livo muito gostoso de ler, é muito denso. Agora eu entendo a razão de ter visto alguém comentando que esse livro é para pessoas que já leram Brandon Sanderson: claro que não foi problema para mim, porque a série Mistborn já tinha me conquistado.

    Realmente fiquei impressionado com o livro, e não tinha como dar menos de 5 estrelas!

    São tantos detalhes na criação do mundo e dos personagens, que até agora eu ainda não absorvi tudo. Eu me arrependo de não ter feito anotações durante a leitura, porque provavelmente vou deixar passar algumas coisas importantes.

    Meu maior dilema agora é se devo ou não ir direto pro Words Of Radiance. Acho que vou aguardar um pouco, lendo algum outro livro dele! 😉

    Abraços!

    Lucas Albuquerque.

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    Se você não leu o Way of Kings, por favor pare de ler esse post agora! Porque preciso da ajuda dos Agentes do L.I.V.R.O! Farei algumas considerações e algumas perguntas, mas por favor tentem não me dar spoiler do livro 2, ok?

    Lá vai:

    1- Shallan me decepcionou bastante! Infelizmente não tive como não compara-la com Vin. Elas parecem ter a mesma jornada, mas Vin amadureceu muito mais rápido. Entendo que o pace dos livros são completamente diferentes, e o que ameniza meu ódio é que Melanie falou que ela melhora no WoR!

    2- Me senti muito incomodado com Szeth. Entendo que muito do personagem dele ainda precisa ser revelado, mas todo capítulo dele me trazia uma revolta, simplesmente porque eu achava que ele era muito poderoso para ficar preso à oathstone, principalmente porque pelo que entendi ela tem mais a ver com honra do que propriamente um efeito magico imposto a ele.

    3- Entendi a escolha de Kaladin em recusar a shardblade e a shardplate, mas achei foi difícil de engolir. LOL!

    4- Estou enganado ou Szeth e Kaladin tem os mesmos poderes? Nesse caso, porque Szeth não tem um Spren também?

    5- Porque, durante a ultima batalha, quando Kaladin estava para manifestar seu poder, Syl ficou repetindo para ele se lembrar das palavras (Remember the Words)? Eu entendi que quando ele pronunciou o lema dos Radiants, foi uma forma de “Despertar”, mas não consegui ver o motivo de usa-las.

    • Primeiramente, sim, você deve ir pra Words of Radiance :), mas esse sou eu querendo ver o circo pegar fogo mesmo!

      O lance da confiança no autor é bem importante no The Way of Kings porque tem muitas pontas abertas na história e muitas cosias que não são nem reveladas no Words of Radiance, então se você não conhece o autor fica difícil aceitar certas coisas na história.

      Agora vamos ao que interessa…

      Se você não leu The Way of Kings PARE AGORA!

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      1. Sobre a Shalan eu entendo completamente a sua opinião, mas pense no seguinte: a história da Vin no primeiro livro da série Mistborn é o equivalente (em tempo de desenvolvimento) aos 2 primeiros livros de Stormlight e acho que mais um pouquinho do terceiro. No próximo livro você vai entender muito mais da personalidade e vida dela e fica bem mais fácil aceitar ela. Agora, se for pra comparar com a Vin eu acho que uma comparação mais justa seria com a Jashna, só que sem a primeira parte da jornada do herói.

      2. Você vai continuar revoltado com o Szeth no segundo livro, mas vai entender um pouco mais, e eu “acho” que você está muito mais certo do que imagina sobre ele, mas isso é especulação minha.

      3. Rapaz do céu, essa parte foi de cortar o coração! Fiquei MUITO puto com o Kal por não ter pego a shardblade, mas acho que foi a escolha certa, especialmente com a continuação da história.

      4. Leia o segundo livro 🙂

      5. As palavras indicam o inicio “oficial” do “bond” dele com a Syl. Vai ter muito mais sobre isso no próximo livro.

    • Só para deixar meus dois centavos por aqui…

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      1. Se te consola, Lucas, o único motivo pelo qual eu não fiz essa comparação da Vin com a Shallan foi justamente porque na época eu não tinha lido Mistborn ainda. Por um lado, fazer a comparação é inevitável, porque a Vin é uma presença extremamente marcante na série Mistborn. Por outro, eu diria que o Sanderson é muito bom em criar muitas personagens femininas. Isso não ficou TÃO claro em TWoK, ainda mais considerando que o livro se foca bastante na história do Kaladin, mas acredito que você vai sentir uma diferença bem maior quando foi ler Words of Radiance e descobrir o número de mulheres que dão as caras no livro! Digo e repito: tenha fé, a Shallan melhora! Talvez não tanto ao “nível Vin”, mas ela vai amadurecer razoavelmente.
      Mais um detalhe para refletir: se você comparar a Shallan do começo do livro com a do final do livro, você diria que ela é a mesma pessoa?
      2. O Szeth… é um personagem intrigante, para dizer o mínimo, mas da mesma forma que você, eu fiquei bem incomodada com ele. Quando você finalmente puder escutar a segunda parte do podcast, acredito que você vai ter um pouco mais de informação a respeito dele!
      3. No meu caso, eu até entendi por que o Kaladin abriu mão de ficar com os “prêmios” de ter derrotado um shardbearer e, de certa maneira, o fato de ele recusar coisas que não pertencem naturalmente ao status social dele fazem parte da construção do personagem em termos gerais. É um dilema interessante porque é justamente essa relutância do Kaladin de se tornar do mesmo status social (e talvez até mesmo econômico) que um lighteyes que o torna um personagem tão… único.

      Quanto à resposta das suas últimas perguntas, elas serão esclarecidas em Words of Radiance, como o Thiago mencionou. E nessas em particular, peço que tenha o cuidado de não tomar spoilers, elas são o ponto alto do segundo livro!

  • Lucas Albuquerque

    Melanie e Thiago, obrigado pelas respostas. Fiquei curioso depois dos comentários de vocês, e confesso que fui no wiki do TWoK só pra saber se eu tinha perdido algo durante a leitura (Felizmente não!). Agoa eu estou tomando coragem para ler o proximo livro…

    Abraços

    Lucas

  • Vicente Aguiar

    Fala galera!

    Demorei pra comentar mas finalmente vai:
    (vou copiar o Lucas Albuquerque pra tag de spoilers)
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    Eu li e adorei os 2 livros lançados até agora da série e tenho algumas coisas a comentar.

    Primeiro, depois que terminei o primeiro livro fui procurar igual retardado coisas sobre a série e quando descobri sobre o Cosmere passei a procurar coisas sobre e reler vários trechos do livro que dão dicas sobre o universo. Acho que vale a pena mencionar as cartas que são escritas em epígrafes do primeiro e do segundo livro. Teoricamente a primeira seria escrita para o Hoid e a segunda pelo Hoid. (http://coppermind.net/wiki/Letters).

    Sobre os personagens, devo dizer que não me apaixonei pelo Kaladin. No primeiro livro eu achava ele chato, mas acho que é porque eu sabia que eventualmente ele viraria um Knight Radiant e mesmo sendo importante a construção do personagem eu não pude deixar de achar um pouco boring. No segundo livro a coisa já muda de figura, pois depois da batalha (ÉPICA) do final do primeiro e a promoção do Kaladin e a Bridge Four a bodyguards dos Kholin, os problemas dele entraram numa esfera muito maior e passaram a ser mais interessantes. Concordo com o Lucas que comentou ali embaixo e achei difícil de engolir o Kaladin negando os Shards DUAS vezes, mesmo tendo lutado com eles e entendendo o poder. Na segunda até entendi pois a Syl basicamente morreria se ele aceitasse mas não achei muito plausível a explicação da primeira vez que os Lighteyes/Shardbearers só trouxeram sofrimento pra ele. Quem sabe a Syl já não estava agindo com ele nesse sentido? acho que seria mais válido.
    Nunca gostei do Moash, sempre pensei que o Kaladin não deveria ter aceitado ele e confiado tanto, tava na cara que era problemático. Concordo com o Thiago e achei bizarro ele ter dado os Shards logo pro Moash, o único que tinha dado problema na Bridge Four.
    Minha personagem favorita é a Jasnah, e devo dizer que o Brandon Sanderson cria ótimos personagens questionadores e inteligentes. Os diálogos dela com a Shallan no primeiro livro são interessantíssimos e ela não parece forçada. Fiquei extremamente frustrado quando a Jasnah morreu mas confesso que a Shallan amadureceu e se tornou muito mais interessante depois disso. Muita gente não gostou mas eu fiquei feliz quando a Jasnah voltou e ainda aquela conversa com o Hoid esperando ela fechou com chave de ouro um ótimo livro.
    Falando em epílogos, achei meio decepcionante o Sanderson não explorar mais o Taln no segundo livro, quando ele apareceu no portão de Kholinar com o Hoid (pra variar) esperando por ele achei que fosse foder a porra toda.
    Meu segundo personagem favorito é o Dalinar. Eu realmente comprei a briga dele no primeiro livro na dúvida de estar louco ou não e no segundo as ações que ele tinha que tomar pra unificar Alethkar. Normalmente em livros eu quero guerra e sangue mas achei o Dalinar extremamente inteligente por se segurar em não entrar em guerra contra o Sadeas (inclusive, PUTA QUE PARIU ADOLIN, agora sim!).
    Pra finalizar o textão (desculpem), quero dizer que as dicas que o Brandon Sanderson dá sobre plots ou como coisas funcionam no livro por meio das epígrafes e dos interlúdios são interessantíssimos. Assim como no segundo livro de Mistborn que na primeira frase já começa com algo como “I write my words in steel for anything not set in metal cannot be trusted” e no final isso ser EXTREMAMENTE importante pro plot do livro é realmente algo muito bom, sem risco de Deus Ex-Machina.
    Ainda tem mais coisas pra comentar mas não quero me extender demais. Esses livros são fantásticos, uma pena que ainda não foram trazidos pro Brasil (inclusive o tradutor tá fodido pra traduzir tanto nome fictício).
    Um abraço!

    PS: comecei ontem a ler The Alloy of Law, meses depois de ter terminado a trilogia Mistborn. Detalhe que eu já tinha lido o prólogo do livro assim que terminei The Hero of Ages e não tinha curtido, talvez pelo que o Thiago falou em outro episódio, que a gente termina a trilogia original e vai ler essa nova esperando mais Mistborn e a história é completamente diferente. Agora estou curtindo bastante e curioso com o plot do livro.

    • Grande Vicente! Um high five pra você: o/

      Acho que minha opinião só é diferente da sua com relação ao Kaladin mesmo! E o Hoid então? Acho que só eu e você que estamos loucos com ele por aqui. Por falar nisso, você já flagrou que os “Ars Arcanum” da série Mystborn são escritos por ele?

      Realmente nós temos que fazer um episódio só sobre Cosmere!

      • Vicente Aguiar

        Olha só, tinha esquecido de comentar do Hoid. Não preciso nem falar que ele é um personagem fantástico só como o Wit e o fato de ele aparecer em vários livros fazendo coisas importantes só ajuda Não sabia que os Ars Arcanum era ele quem os escrevia. Estou absurdamente curioso com a história e background dele, mas pelo jeito isso so vai acontecer numa série futura do Brandon Sanderson.

    • E como não poderia deixar de ser, preciso deixar meus dois centavos aqui! o
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      Engraçado que você não é a primeira pessoa que eu vejo que não gosta muito do Kaladin, eu talvez goste dele justamente porque eu me identifico muito com vários aspectos pelos quais ele passou. Sou a primeira pessoa a reconhecer que, de longe, o Kaladin é o personagem menos perfeito do universo Stormlight Archives. Mas uma coisa que eu gosto DEMAIS no arco de história dele é a angústia pela qual ele passa durante grande parte do primeiro livro, seja durante os próprios flashbacks quanto durante as bridge runs, aquele sentimento de desolação, de que nada vai ficar bem independente do quanto você tentar, mas ainda assim o seu instinto de sobrevivência ainda é muito mais forte do que a sua vontade de desistir de tudo.
      Quanto ao Kal negando a shardplate/shardblade, eu não achei tão difícil de engolir o motivo (embora concorde que ele não tenha sido o melhor motivo) justamente por já ter passado por várias situações parecidas quando era mais jovem. Mas, novamente, isso sou eu. E talvez seja exatamente por isso que eu tenho um carinho tão especial pelo Kaladin: eu enxergo esse personagem como uma versão do que eu poderia ter sido se eu estivesse naquele universo.

      Eu comprei facilmente a decisão do Kal de dar a shardplate/shardblade ao Moash porque no momento em que ele tinha tomado aquela decisão, ele estava furioso com o Elhokar. Não foi uma decisão inteligente, mas é uma decisão que eu provavelmente teria tomado também, justamente porque naquele momento da história, eu estava exatamente com o mesmo mindset que o Kal.
      Aaaah, Jasnah, querida Jasnah, maravilhosa Jasnah. Pra você que leu Mistborn, se eu tivesse as mesmas habilidades dos Mistborn e queimasse ouro, provavelmente veria o Kaladin. Se queimasse Electrum, eu veria a Jasnah. Se por um lado o Kaladin reflete muitas das situações pelas quais eu passei quando jovem, a Jasnah é a pessoa que eu gostaria de ter me tornado.

      Depois diga-nos o que achou de The Alloy of Law e se pretende ler Shadows of Self logo em seguida!

      • Vicente Aguiar

        O Sanderson é ótimo pra fazer personagens pesados, com um passado dark e que afeta muito o resto da história do personagem (vide o prólogo de The Alloy of Law).
        Eu acho a parte dele meio repetitiva no primeiro livro, mas pelo menos gostei bastante da Syl. Verdade, não lembrava que o Kal tinha acabado de sair da prisão quando ele decidiu dar os Shards pro Moash. Faz bastante sentido, não tinha pensado nisso.
        E quem não queria ser a Jasnah?! Ela é uma personagem extremamente forte e inteligente, e ainda consegue ser cativante. As discussões dela com a Shallan por exemplo enriquecem demais o livro e detonam as ideias de quem acha que fantasia é livro infantil ou bobo.

        PS: já li 60% de Alloy of Law e já quero ler Shadows of Self!

  • Só queria avisar que o nome da série é The Stormlight Archive, sem “S” no fim. No mais, excelente podcast!

  • Série foda pra caramba, uma das melhores fantasias épicas dos últimos tempos, e já nem tenho medo de afirmar que em uns 15-20 anos será uma das melhores de todos os tempos!!

    http://desbravandolivros.blogspot.com.br/2014/11/resenha-way-of-kings-brandon-sanderson.html

    • Não podia concordar mais! Só uma coisa sobre o seu post, o terceiro livro vai se chamar Oathbringer e não Skybreaker. Eu acho que antes o 3o. seria sobre o Szeth mas agora ele mudou pra ser sobre o Dalinar o/!

      BTW, se tiver alguma sugestão pro cast é só dar um toque!

      • Ah, é mesmo, esqueci totalmente de ajustar lá na resenha. O Brandon não se decidia sobre o título, aí complicava. hauhauhauhua

        • Por enquanto só elogios ao podcast, foram direto ao ponto e eu gosto disso, tenho pavor daqueles podcasts que os caras ficam se apresentando e lendo e-mails no início por uns 10-15 minutos. Quebra totalmente o ritmo.

  • Isa Prospero

    “O motivo de você não ler o livro é nenhum” HAHAHAH. Adorei o cast! Dá pra sentir a empolgação de vcs. Stormlight é apaixonante mesmo, vai ser a fantasia épica da nossa geração.

    (E sobre o emprego do Brandon: acho que ele trabalhava de madrugada num hotel! rs)

    Bjs!
    http://www.blogsemserifa.com

    • Isa você acredita se eu te disser que acompanho seu blog a quase um ano? 🙂 Seja bem vinda ao nosso cast e fique a vontade pra fazer sugestões!

      • Isa Prospero

        Ah, que legal! *______*
        E eu não sei como demorei tanto pra conhecer o cast! Já deixei vários eps marcados aqui pra ouvir depois. <3

    • Completamente off aqui: eu vi o seu blog e quase dei um grito aqui, porque eu estou DOIDA para ler os livros da Robin Hobb!!

      • Isa Prospero

        EBA! Leia mesmo hahaha, tô apaixonada por eles. Até o fim do ano vou fazer um vídeo sobre a série toda, sem spoilers 😀

  • Marcos Vinicius Dalla Lana

    Comentando aqui pela primeira vez, ouvi o podcast por indicação do Vagner Stefanello lá na página Brandon Sanderson Brasil do Facebook. Gostaria de parabenizar vocês pois o conteúdo está muito bom. Quanto ao Brandon Sanderson e a Stormlight Archive não há mais o que dizer apenas sentir, já tinha interesse nele pelo fato dele ter terminado Wheel of Time cheio de críticas positivas e depois que li Elantris foi inevitável ler o restante das obras dele, me espantei com a qualidade absurda de Mistborn, gostei muito de Warbreaker, mas Way of Kings é coisa de outro mundo e aí quando você acha que não pode melhorar ele faz Words of Radiance e manda as expectativas para a estratosfera e me faz ter certeza que na realidade ele é uma Shard de Aldonasium passando pela terra. Fica um abraço da Igreja Cosmérica Sandersoniana enquanto esperamos pelo lançamento de Oathbringer ou High Prince of War ou Skybreakers ou Stones Unhalowed ou qualquer que seja o nome que o homem decidir.

  • Israel Barbosa

    Adorei o podcast! Já acompanho alguns outros podcasts da cultura pop e não tinha achado nenhum sobre literatura que tenha me cativado tanto. Parabéns, vcs são demais!!!

    • Que bom que você gostou do podcast! Esperamos continuar fazendo podcasts que o agradem!

  • Kenichi Edilan

    Conheci o podcast hoje e vou começar a acompanhar, e é a primeira vez que pulo a parte de spoilers de alguma coisa, só pra constar, essa semana ouvi o cabulosocast 150 de A Torre Negra e mesmo tendo parado no livro 3 ouvi até a parte de spoilers, kkkkkkk Eu li Mistborn 1 e 2 e Elantris e estou visando aprender a ler em inglês por causa justamente do Sanderson….Adorei o podcast!

    • Aaah, pena que você acabou perdendo a experiência da descoberta, mas que bom que conseguimos colocar conteúdos o suficiente para fazer com que você sentisse vontade o suficiente para continuar escutando o resto!

      Com relação a Mistborn, também estamos no aguardo para o terceiro livro da série em português para que possamos fazer um capítulo inteirinho a respeito dele. Esperamos que a editora responsável pela série continue com a publicação!

      • Kenichi Edilan

        Como é o nome da música que toca no começo do cast?

  • Timóteo Rezende Potin

    Há, finalmente (e infelizmente, quero o próximo) terminei de ler esses livros e vou voltar no passado aqui e comentar esse post. Acho que elogiar é chover no molhado. Vamos logo para os comentários:
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    Confesso que nos primeiros capítulos do TWOK eu fiquei meio perdido. Aquela sucessão de Flashfowards que rola me deixou meio perdido. E eu não simpatizei nem com o Kaladin e nem com a Shallan logo de cara. O capítulo que me fez parar, respirar e falar “esse livro vai ser foda!” foi o capítulo que narra a primeira Bridge run do Kaladin. Que experiência foi ler aquilo!

    Junto a essa parte e a praticamente todas as que vcs citaram, meus momentos favoritos do primeiro livro são aquela primeira visão do Dalinar, lutando com os Radiants, aquele capítulo onde mostra a Shallan visitando Shadesmar pela primeira vez (aquela sequência dela correndo pelo palácio e desenhando as sombras me deixaram realmente preocupado. Por falar em sombras, o Elhokar também fala que vê sombras. Sério Sanderson, se vc fizer o Elhokar virar um Radiant eu vou ficar meio puto contigo!), o capítulo da Torre, onde eu tive que me segurar para não chorar ouvindo o audiobook na academia mesmo sabendo que o Dalinar não morria e o meu capítulo favorito do primeiro livro, Wandersail (o diálogo entre Hoid e Kaladin).

    Do segundo livro , é impossível separar e listar todas as partes fodas, mas meu Goodreads guardou a maioria das minhas reações. A morte da Jasnah, o duelo do Kaladin + Adolin, aquele diálogo sensacional do Dalinar com o Kaladin na cadeia (todos os diálogos dos dois são épicos, mas esse é lindo demais na minha opinião. Quando o cara da lição de moral no Kaladin é que vc percebe o tamanho do Dalinar), o capítulo da Lift (que personagem legal! Estou louco pelos próximos livros ora ver mais dela), a luta do Kaladin com o Szeth, o capítulo da Rysn (não vejo ninguém falando muito dessa personagem, mas acho ela bem curiosa) e claro, o epílogo do Hoid e o maior mind blow de todos os tempos no final do Szeth. “Hello. Would you like to destroy some evil today?”.

    A propósito, eu tb ouvi o audiobook e li o ebook ao mesmo tempo e entrei em pânico no final da luta entre o Kaladin e o Szeth, não sabia pq que tava tudo diferente.

    Enfim, que livros! QUE LIVROS! Vou até enrolar um pouco e esperar uns meses pra ler os 3 livros que faltam da Cosmere pq se não entro em abstinência. Abraços!

    • Foi engraçado acompanhar a sua saga no Goodreads, você teve reações muito parecidas com as minhas conforme fui lendo o livro. :B

      Aaaah, as Bridge Runs… Na verdade eu gostei do Kaladin logo de cara, quando ele ainda estava preso naquelas gaiolas e ele tenta ajudar o outro escravo. Acho que aquela parte já gritou um pouco a respeito de quem ele era e me deixou curiosíssima para saber do que ele era capaz. Mas, realmente, as Bridge Runs foram o que realmente me fizeram ficar apaixonada pelo personagem. Eu gostei MUITO de ver como ele transformou aquela situação terrível, cruel e precária em algo que podia transformá-lo em uma pessoa melhor… e a conquistar a confiança do resto da Bridge Four, trazer um pouco de humanidade a eles novamente!

      Com relação à Shallan, eu tenho que dizer que não liguei muito para ela… até Words of Radiance (mesmo porque a Jasnah rouba tudo que é cena). Quando ela mostra um lado mais negro do passado dela, foi aí que ela começou a ficar BEM interessante. Isso sem dizer que, assim como praticamente todos os outros personagens da série, ela ainda tem aquele espírito persistente, característica que eu ADORO nos personagens do Sanderson.

      Agora, boa sorte com a ressaca que segue o término do segundo livro. Nós até agora estamos tentando nos recuperar dela! =p

  • Luis Fernando Guazzelli

    Bora escutar o podcast dois anos depois, já que a Aleph abandonou a tradução!

    • A Aleph confirmou cancelamento ou algo parecido? Eu acredito que ela ainda detém os direitos da série Stormlight Archive, não perca a fé!

      • Os direitos de The Stormlight Archive passaram da Aleph para a editora LeYa.

        • Luis Fernando Guazzelli

          Sim, eu tinha visto essa noticia, porém a Leya ainda não falou nada sobre. E provavelmente terão que começar a tradução do zero.

    • Katarine Gontijo

      Uma pena mesmo, a versão física de The Way of King custa em média 60,00 na Amazon Br. É impossível comprar :/

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