Neste episódio Melanie e Thiago fazem mais uma tag sobre alguns hábitos de leitura.

Randômicos

  • Chuck Wending rebate as críticas sobre seu último livro de Star Wars ter um dos personagens principais gay.
  • Business Insider reportou que os preços altos dos eBooks estão prejudicando as vendas dos mesmos nas 5 maiores editoras do país.
  • A Scientific American publicou uma matéria no dia 8 de setembro sobre velocidade de leitura e compreensão. Um excelente artigo com viez científico que mostra que a leitura como conhecemos hoje é ineficiente e quais são as potenciais soluções para o problema.

Leituras da Semana

Para Ler

Como eu Leio!

  • Visto pela primeira vez aqui.
  • Perguntas:
  • Como você descobre livros novos para ler?
  • Como você adquiriu o hábito de ler?
  • O quanto o seu gosto mudou conforme você foi ficando mais velho?
  • Com que frequência você compra livros?
  • De onde veio a ideia de fazer um podcast?
  • Como você reage quando você não gosta do final de um livro?
  • Com que frequência você dá uma espiada no final do livro para ver se o final é feliz?
  • Taggear alguém?
  • Olá Agentes!
    Bem legal o programa!

    Tiago, fiquei curioso com esse levantamento que você fez com Barreto. Suponho que seja mais voltado para o mercado americano? Ainda assim é de muito interesse conhecer esses dados. Se não tiver nada sigiloso e puder compartilhar, gostaria de olhar isso. ^^

    Sobre Kenobi, dei 5 estrelas! hahahahah
    Tenso que eu falei pra Melanie que era ótimo, mas não rolou pra ela. =/
    O lance desse livro é assim, foi encomendado para o J. Miller uma HQ de Star Wars baseada em faroeste, porque ele também é roteirista. No fim ele gostou tanto da história, que virou livro.
    Sobre o incômodo da Melanie e de outras pessoas, eu entendo. O engraçado é que eu não senti isso. Eu acho que o nome na capa se justifica. Nós vemos muito mais personagens, ok, e ele age na moita, mas nem podia ser diferente dada a situação dele. O grande lance pra mim é que ele cresce muito do começo ao fim do livro. É possível ver isso nos capítulos de meditações dele. Ali ele realmente faz a transição de Obi Wan pra Old Ben. É um tanto sútil, sim, mas eu curti muito.
    Ademais, o desenvolvimento de Tattooine, a cultura do lugar e tudo que houve sobre o povo da areia me conquistou demais. Acho que o lance é que eu adoro livro character-driven que é o caso desse, e o Miller escreve bem pra caralho, e a tradução foi muito boa também. Enfim, fim da defesa, só queria colocar que acho que foi feito de forma honesta, e é mais uma questão de expectativas mesmo. Sem diminuir o descontentamento devido a expectativas, é que eu entrei sem nenhuma e a história me conduziu e agradou pra caramba.

    Vou deixar também minhas respostas à tag:
    – Como descubro livros novos:
    Majoritariamente podcasts e indicações de amigos.
    – Como você adquiriu o hábito de ler:
    Lia muito quadrinho, quanto a literatura fiquei mais ligado a isso com HP, mas o que me impulsionou mesmo foi Tolkien, ainda na minha meninice. A partir daí nunca mais parei.
    – O quanto seu gosto mudou quando você foi ficando mais velho:
    Mais ou menos o que vocês falaram. Gosto dos mesmo estilos mas geralmente temáticas mais adultas e execuções fora do lugar comum. Tenho lido mais literatura mainstream também, coisas que não lia muito antes.
    – Com que frequência você compra livros:
    Acho que fico na média de 2 por mês, quase sempre eBook.
    – De onde veio a ideia de fazer um podcast:
    Faço parte de um porque fui convidado a participar depois de começar a colaborar com o site.
    – Como você reage quando não gosto do final de um livro:
    Fecho o livro, tomo um longo suspiro e faço um minuto de silêncio em luto pelo tempo perdido.
    Brincadeira! Mas como vocês disseram as vezes o final é ruim mas o livro continua sendo bom. O final de Duna eu não gosto, não em conteúdo, que não podia ser muito diferente, mas em execução mesmo (meio corrido), mas acho uma obra incrível.
    – Com que frequência você dá uma espiada no final do livro pra saber se o final é feliz:
    Jamais. Isso é masoquismo.

    Valeu, e desculpem o tamanho do comentário.

    🙂

    • Fala Lucas! Você acredita que eu penso o mesmo de Duna? Achei o livro fantástico mas o final realmente ficou meio meh!

      Quanto ao levantamento eu ainda não posso divulgar nada mas eu “acho” que ele vai falar sobre isso no cast Gente que Escreve então fique ligado lá!

      • Sobre Duna, acho que não tinha como terminar muito diferente, mas a narrativa no finzinho foi corrida, parecia que ele tava de saco cheio e queria terminar logo, haha.

        Legal, estou ouvindo esse cast!

        Valeu!

  • leonardo garcia

    Oi amigos

    Gosto bastante da forma como vocês conduzem o programa e para alegria de todos os amantes de livros fantasia que a editora Aleph irá publicar o primeiro volume da série Stormlight Archives.

    A próxima atração caiu como uma luva. rsrsrs

    Grande abraços

    Leonardo Garcia
    Rio de Janeiro

    • Rapaz do céu não brinca com uma coisa dessas! 🙂 Eu vou até mandar um email pra Aleph pra tentar confirmar essa informação!

      • leonardo garcia

        Opa

        Foi anunciado na página do facebook da editora Aleph.

  • Lucas Albuquerque

    Fala Melanie e Thiago,

    Obrigado por mais um ótimo episódio. Fico feliz de ver o podcast evoluindo e me sentir parte disso, mesmo que seja como ouvinte.

    Ótimas notícia sobre o mistborn! Mas já tiveram alguma informação de quando sairá em português?

    Sinceramente acho que esse primeiro bloco muitas vezes acaba tendo mais importância para mim do que o tema principal, principalmente porque muitas vezes não li o livro que vocês irão comentar.

    Esse lance sobre o preço de ebooks, eu sinceramente ainda tenho sentimento contraditórios. Apesar de minha leitura estar 90% convertida para livros digitais, ainda dói dar 10$ (por exemplo), num livro que físico custa 15$. No meu caso não tem nada a ver com o que estou ouvindo por ai na podosfera: é simplesmente porque meus paradigmas ainda estão em processo de mudança, onde o objeto físico ainda tem mais valor do que o digital.

    Ontem mesmo fui em uma livraria e passei por uma experiência interessante. Peguei nas mãos o Shadows of Self e por algum motivo achei que o preço do livro era mais justo que o do ebook (por estar fisicamente tocando nele). Já quando comprei o Way of Kings por $8.99 na Amazon, não senti que o preço fosse injusto.

    Enquanto passava por entre os inúmeros livros, por um momento me perdi no tempo e voltei a uma época em que ebooks era algo inconcebível e irrelevante. Os olhos percorriam as prateleiras em busca de um sinal, algo que prendesse minha atenção: podia ser uma capa extravagante, uma edição de luxo ou somente o nome do meus Autores preferidos estampados na lateral.

    Por algumas horas me esqueci do resto do mundo e me conectei com aquele “templo”, onde eu costumava ir e me deleitar por entre mundos fantásticos, ciências ocultas ou só para me distrair – Lá eu podia ser o que quiser. Nesse sentido acho que o preço que eu achava justo para o livro tinha ver com o valor agregado que o ambiente proporcionava. Hoje, por mais bonito que possa ser, um website não tem como gerar esse sentimento.

    Resumindo meu devaneio, acho que tudo vai depender do seu conceito de precificação e de valor que você acha justo para o objeto. Claro que a maioria das pessoas faz isso de forma empírica e tendenciosa, e por isso não dá pra buscar um consenso de maneira “pacífica”.

    By the way Thiago, eu fiz o teste e diminui o tamanho da coluna do texto no Kindle (aumentando as margens), mas o efeito foi inverso: por cada linha ser menor, meus olhos tiveram que mudar de linha mais vezes, criando um desconforto. Nesse caso, acho que a idéia de cada parágrafo ter uma cor, simplesmente alternar duas cores, daria uma experiência muito mais satisfatória.

    Abraços!

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